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AVISO IMPORTANTE: O produto Hydroxycut é retirado das prateleiras nos EUA e Canadá

hydroxycut-HC-MT

Se você consome o produto Hydroxycut saiba que ele está sendo retirado das prateleiras nos EUA e Canadá.  Segundo o FDA, que é a agência que regula drogas e comida nos Estados Unidos, o Hydroxycut foi responsável por causar problemas no fígado e rins.

O Hydroxycut também foi responsável pela morte de um jovem de 19 anos, além de ter causado sérios problemas de saúde em 23 pessoas.  Não se sabe ao certo qual ingrediente da formula foi o responsável pelos problemas.

Para quem não sabe ou não conhece este produto, ele é vendido como um suplemento alimentar (por isso não precisa de prescrição médica) que ajuda na perda de peso, queima de gordura e que fornece energia para a prática de exercícios.  Em 2008 foram vendidos 9 milhóes de unidades.

O Hydroxycut é comercializado em diversas versões, abaixo segue uma lista dos quais estão sendo retirados:

  • Hydroxycut Regular Rapid Release Caplets
  • Hydroxycut Max Aqua Shed
  • Hydroxycut 24
  • Hydroxycut Max Liquid Caplets
  • Hydroxycut Carb Control
  • Hydroxycut Hardcore Liquid Caplets
  • Hydroxycut Liquid Shots
  • Hydroxycut Hardcore RTDs (Ready-to-Drink)
  • Hydroxycut Max Drink Packets
  • Hydroxycut Regular Drink Packets
  • Hydroxycut Caffeine-Free Drink Packets
  • Hydroxycut Caffeine-Free Rapid Release Caplets
  • Hydroxycut Hardcore Drink Packets (Ignition Stix)
  • Hydroxycut Natural

Fonte: dietblog, Project Swole

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50% da população mundial se considera acima do peso

Imagem SXC

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A empresa Nielsen divulgou uma pesquisa (feita em 52 países) onde consta que 50% da população se considera acima do peso.

Aqui vai alguns dados interessantes da pesquisa:

  • 60% da população do mundo está lutando com o seu peso.
  • 50% se considera com sobrepeso.
  • 10% com problemas de peso abaixo da média.
  • 78% dizem que vão mudar a sua dieta.
  • 69% pretendem se exercitar mais.

Abaixo são as respostas dos entrevistados sobre quais táticas vão usar para perder peso:

  • 69% dizem que vão reduzir o consumo de gorduras.
  • 65% pretendem reduzir o consumo de chocolates e açúcar.
  • 53% vão comer mais alimentos naturais e frescos.
  • 46% pretendem comer o mesmo, porém menores porções.
  • 29% tem vontade de comer menos alimentos processados.
  • Menos de 10% vão usar outros planos de dieta, como a dieta Atkins, vigilantes do peso ou outros programas.

A Nielsen dividiu os países em 5 regiões mas existem alguns pontos em comum entre as regiões pesquisadas, são eles:

  • Os consumidores de todas as regiões pretendem combinar mudanças na alimentação e aumento de exercícios para perder peso.
  • Em quatro das cinco regiões, as pessoas em dieta disseram que o mais provável para atingir o peso ideal seria a eliminação do consumo de alguns grupos alimentares. A única exceção foi a Ásia, onde os pesquisados disseram que comeriam a mesma comida mas com maior moderação.
  • Cerca de 20% dos participantes em quatro regiões sentem que já consomem uma dieta saudável, a exceção ficou com os norte-americanos que reconheceram que poderiam melhorar seus hábitos alimentares.
  • 14% consideram que a sua dieta atual plano era saudável.
  • Andar a pé é de longe o exercício preferido em todas as cinco regiões.
  • Em quatro das cinco regiões, o segundo tipo de exercício preferido é se exercitar em academias

Alguns dados curiosos da América Latina e Mercados Emergentes:

  • 12% se consideram abaixo do peso. (América Latina e Mercados Emergentes)
  • 41% acham que estão com o peso ideal. (América Latina e Mercados Emergentes)
  • 57% responderam que estão tentando perder peso. (América Latina)
  • 14% das pessoas dos mercados emergentes vão utilizar remédios, barras ou shakes para perder peso. (América Latina)
  • As pessoas pesquisadas que são nativas dos Mercados Emergentes foram as mais susceptíveis a alegar que não se exercitam mas estão em forma. As razões para isso pode ser por seguir uma dieta melhor e um estilo de vida que promove a caminhada e por possuir empregos menos sedentários.

Cerca de metade dos consumidores estão confusos com a quantidade de informação sobre dietas e alimentação saudável e acham que as informações disponíveis no mercado, muitas delas são conflitantes. Quando perguntado onde eles obtêm as melhores informações sobre dieta e alimentação saudável as respostas foram as seguintes:

  • 68% citaram médicos e profissionais médicos.
  • 36% na Internet.
  • 34% contavam com programas televisivos e documentários.
  • 29% através de livros sobre dieta e nutrição.
  • 25% confiam na informação nutricional das embalagens.
  • 17% através da família.
  • 14% encontraram informações em revistas.
  • 13% utilizam jornais.
  • 11% tomam decisões através das informações de amigos.
  • 5% obtém informações na hora da compra no supermercado e folhetos.

Fonte: Nielsen

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Fim da Gordura Trans é Voltar à Época da Banha, diz Indústria

As indústrias rechaçam qualquer prazo para eliminar a gordura trans dos alimentos consumidos no país. O presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação), Edmund Klotz, reage com ironia ao comentar os planos do Ministério da Saúde de ver, em pouco tempo, o Brasil livre da mais danosa das gorduras.

“Se for fixado um prazo para acabar com a gordura trans, vamos ter de criar porco de novo e voltar à velha banha”, afirma Klotz. “Ainda não temos nada com um resultado final parecido com o dessa gordura.”

Neste ano, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, convocou os fabricantes e defendeu o modelo do Canadá, que deu três anos para que o ingrediente fosse banido.

“A nossa vontade é que, num curto prazo, nós possamos estar com 100% dos alimentos comercializados no Brasil sem gordura trans”, afirmou.

O empenho do ministro se justifica pelos gastos com o tratamento dos brasileiros que comem mal. Cerca de 168 mil pessoas foram hospitalizadas em 2007 em decorrência de acidente vascular cerebral –uma das conseqüências do colesterol alterado–, o que custou R$ 118 milhões aos cofres públicos.

Sem tempo

A indústria reagiu dizendo que os três anos são um prazo curto demais. “A substituição demanda testes e desenvolvimento de fórmulas”, afirma Fabio Acerbi, diretor de assuntos corporativos da multinacional Kraft Foods.

Já há alternativas para a gordura trans, como os óleos de girassol e de palma. O problema é que são mais caros e não são produzidos em grande escala. “E ainda temos o desafio de manter o sabor. Se você está acostumado com o seu biscoito e de repente sente um gosto diferente, você muda de marca”, diz Acerbi.

A gordura trans é ingrediente de boa parte dos alimentos industrializados. Está nos biscoitos, nos sorvetes, nas margarinas, nos requeijões, nas frituras, nos salgadinhos e até nas misturas para bolos.

Surgiu como uma alternativa –acreditava-se– mais saudável à gordura animal, por ser obtida de óleos vegetais. A gordura animal aumenta o LDL (o colesterol ruim) no sangue.

Mais que isso, a nova gordura foi amplamente adotada por ser pastosa, quase sólida, e não líquida. É o atributo que deixa a margarina cremosa e o biscoito crocante. Além disso, aumenta o prazo de validade e deixa o sabor mais agradável.

Alerta vermelho

Nos anos 90, porém, estudos científicos descobriram que a gordura trans é extremamente prejudicial à saúde. Mais até que a gordura animal. Além de aumentar o LDL, reduz os níveis de HDL (o colesterol bom).

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que um adulto não consuma mais que dois gramas de gordura trans por dia -quantidade que se alcança comendo três biscoitos recheados de morango.

Diante dos malefícios, a própria indústria tratou de reduzir os teores. No Brasil, o grande movimento se deu em 2006, depois que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tornou obrigatória a indicação, nas embalagens, da quantidade de gordura trans. Foi então que os brasileiros se deram conta dos excessos.

“Dois ou três anos atrás, estivemos no consumo máximo de gordura trans. Agora a indústria está cautelosa”, afirma a nutricionista Liandra Freitas Marquez Bernardes, da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais.

Nota do Blog

Mais uma vez vemos as indústrias querendo achar argumentos para tentar impedir perdas em seus lucros. Como contrariar uma medida que tenta acabar com uma substância que faz mal ao ser humano? E ainda tentar jogar contra esta idéia, tentando fazer chantagens ao dizer que as indústrias terão que voltar a utilizar a banha, que com certeza o sr. Edmund Klotz tem de sobra na cabeça.

Desculpas como a do sr. Fabio Acerbi da Kraft não colam mais, pois as empresas deste mercado já sabem deste problema há anos. Vale ressaltar que este mercado teve um faturamento no ano de 2007 de R$ 230,6 bilhões (fonte: ABIA), agora eu pergunto, com todo esse dinheiro não daria para investir em uma pesquisa para se achar um substituto para a gordura trans?

Fonte: FolhaOnline

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