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Sinais dos tempos – Metrô de SP instala bancos para obesos

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A instalação dos bancos nos trens –dois por veículo– atende à lei estadual nº 12.225/06, que estabelece a obrigatoriedade da disponibilidade de assentos para pessoas obesas nos transportes públicos.

O banco largura mínima equivalente a dois assentos normais, ou seja, aproximadamente 90 centímetros. As peças devem suportar uma carga mínima de 250 kg no assento, e de 100 kg no encosto. Todos os cantos e extremidades dos assentos são arredondados, mantendo o padrão e a harmonia ao mobiliário existente.

Isso mostra muito bem qual é a verdadeira realidade brasileira, uma população que a cada dia está se alimentando muito mal e pouco se preocupa com a própria saúde.

Será que este tipo de realidade vai passar a fazer parte do nosso cartão postal? Se continuarmos neste caminho…

Fonte: Folhaonline

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Propagandas, igual a alimentos pouco saudáveis

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Suspensas propagandas de produtos emagrecedores

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, em todo território nacional, as campanhas publicitárias que atribuem propriedades terapêuticas aos produtos Eficess (fabricado pelo Laboratório Tiaraju Alimentos e Cosméticos Ltda.), Fibralitus (fabricado pelo Laboratório Químico Farmacêutico Tiaraju Ltda.) e o Chá Misto Cítrico (Suplan Laboratório de Suplementos Alimentares Ltda.). A medida também vale para os kits denominados “Programa Emagrecer sob Medida” e “Kit 4 em 1 Nutriplus”. Todos os itens são distribuídos pela empresa TBA do Brasil Distribuidora Ltda., localizada em Porto Alegre. A decisão está na Resolução RE 3425/08, publicada na última sexta-feira (19).

A determinação estende-se para as demais marcas destes produtos: Tiaraju, Phynus, Fibracaps, K3, 3 Fibras, Naturanbagaba Plus, Quitomix, Lipo Line Plus, Fibratim, Bioremix, Celleron Plus e Celeron Mais, Algabel, Algagel, Algamax, Natugel, Tiaraju, Algafibras, Naturangaba, Vitaalga, Gelfibras e Fibras.

Nota do Blog

Já está na hora do governo começar a atacar esta empresas que fazem falsas promessas e iludem consumidores desesperados a fazerem qualquer coisa para perder peso.

Uma coisa que precisamos entender é que produtos milagrosos não existem, pois se existissem não seriam ocultos ou teriam somente uma “pequena” produção forçando você a comprar o produto ou se não perderia a “grande oportunidade” da sua vida.

Acredito que agora o governo deveria também estabelecer um padrão para as informações nutricionais pois cada produto utiliza da forma que bem entender tentando enganar o consumidor.  Outro dia eu cai em uma dessas pegadinhas de marketing. (ler aqui)

Eu espero ver mais ações deste tipo e também que seja criada uma lei que seja mais rigorosa sobre a promoção destes tipos de produtos pois do jeito que está só vai causar mais frustração e desilusão para a nossa população.

Fonte: ANVISA

Los Angeles, uma cidade em dieta

Os vereadores da cidade de Los Angeles decidiram por voto unânime a proibição por 1 ano de ser aberto qualquer restaurante do tipo fast-food na parte sul da cidade, onde é notório a grande quantidade destes tipos de restaurante.

Esta medida visa proporcionar a abertura de novos restaurantes mais saudáveis para esta região onde a concentração de obesos é acima da média cerca de 30%, mais do que o dobro da parte oeste (14,1%) e 50% a mais do que na região central (19,1%).

Outro fator importante que levou os políticos a tomarem esta decisão, foi o fato de que na parte sul, os fast-foods representam cerca de 73% dos restaurantes, enquanto na parte oeste é de 42%.

Andrew Pudzer, presidente da rede de restaurantes CKE acredita que os fast-foods estão sendo injustamente perseguidos pois muitos já possuem alternativas saudáveis. “O problema não é onde você come, mas o que você come”, segundo Pudzer.

Nota do Blog

Certo ou errado ao menos é uma tentativa para combater a obesidade. Na minha opinião não acredito que seja eficaz pois as pessoas da região sul de Los Angeles escolhem os fast-foods pois é a alternativa mais barata para se alimentar, diferentemente do Brasil onde as redes de fast-foods são voltadas para as classes media e alta.

O certo na minha opinião seria educar as pessoas através das escolas e centros comunitários o quanto é importante uma alimentação saudável, porém nada disso seria útil se não houver lugares onde as pessoas possam comprar produtos mais saudáveis a um preço que se encaixe no orçamento.

Outra medida importante seria a de que a cidade incentivasse a criação de restaurantes que oferecessem comidas sem um alto teor de gordura e não como os fast-foods que oferecem um ou dois itens. Este incentivo poderia ser na forma de empréstimos com juros baixos e isenções fiscais.

Para concluir eu acredito que na situação atual em que se encontra a sociedade americana, as vezes, medidas drásticas são necessárias mas elas precisam ser acompanhadas por um plano que envolva a sociedade a mudar seus hábitos. Porque medidas isoladas não surtiram efeito e causarão só transtornos para a população, agora se a sociedade brasileira não começar a rever os seus hábitos alimentares, talvez essas medidas serão necessárias no Brasil, se você não sabe o porque, clique aqui ou aqui.

Fonte: CBCNews

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Alabama (EUA) Multará Funcionários Públicos por Obesidade


Eles terão um ano para entrar em forma antes que os custos do seguro de saúde passem a ser cobrados

O Estado norte-americano do Alabama, que está em terceiro lugar no ranking de obesidade do país, está fechando o cerco aos funcionários públicos que estão acima do peso.

O Estado deu aos seus 37.527 funcionários um ano para ficarem em forma – ou serão multados em US$ 25 (R$ 50) por mês pelo seguro de saúde que, caso contrário, é gratuito.

O Alabama vai ser o primeiro Estado a impor uma penalidade aos trabalhadores acima do peso, de maneira que se sintam obrigados a emagrecer. Diversos outros Estados dão recompensas por comportamentos saudáveis.

O Alabama já cobra de trabalhadores que fumam – e conseguiu um certo sucesso para fazê-los parar – e agora voltou sua atenção a um problema que atrapalha muitas pessoas no sul: a obesidade.

Se os exames de saúde constatarem problemas sérios de pressão, colesterol, glicose ou obesidade, os empregados terão um ano de médicos e programas de tratamento gratuitos para reverterem a situação.

Se eles mostrarem progresso, não serão cobrados. Caso contrário, começarão a pagar pelo seguro de saúde a partir de 2011.

Nota do Blog

Acho muito interessante esta proposta do estado do Alabama, pois muita gente só vai pensar em cuidar da própria saúde quando começar a afetar o próprio bolso.

Muita pessoas vão pensar que isto é um absurdo e que é um ataque a falta de liberdade, porém temos que pensar que uma nação que tem menos obesos vai acarretar em menos gastos na saúde pública e hospitais mais vazios.

Vale ressaltar que se uma pessoa obesa tiver mostrado progresso ela não será obrigada a pagar a taxa, o que acho muito válido pois muitos obesos não conseguiriam ficar em forma dentro de 1 ano e eu me incluo neste caso.

Na minha opinião este tipo de pensamento é perfeitamente aplicável aos fumantes, pois geram mais gastos ao setor de saúde, para min o estado do Alabama está de parabéns.

Gostaria de ver estes tipos de ação no Brasil, porém a credibilidade de nossos políticos não me encoraja para lutar por uma campanha destas, pois nunca saberíamos o verdadeiro destino do dinheiro arrecadado.

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Fim da Gordura Trans é Voltar à Época da Banha, diz Indústria

As indústrias rechaçam qualquer prazo para eliminar a gordura trans dos alimentos consumidos no país. O presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação), Edmund Klotz, reage com ironia ao comentar os planos do Ministério da Saúde de ver, em pouco tempo, o Brasil livre da mais danosa das gorduras.

“Se for fixado um prazo para acabar com a gordura trans, vamos ter de criar porco de novo e voltar à velha banha”, afirma Klotz. “Ainda não temos nada com um resultado final parecido com o dessa gordura.”

Neste ano, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, convocou os fabricantes e defendeu o modelo do Canadá, que deu três anos para que o ingrediente fosse banido.

“A nossa vontade é que, num curto prazo, nós possamos estar com 100% dos alimentos comercializados no Brasil sem gordura trans”, afirmou.

O empenho do ministro se justifica pelos gastos com o tratamento dos brasileiros que comem mal. Cerca de 168 mil pessoas foram hospitalizadas em 2007 em decorrência de acidente vascular cerebral –uma das conseqüências do colesterol alterado–, o que custou R$ 118 milhões aos cofres públicos.

Sem tempo

A indústria reagiu dizendo que os três anos são um prazo curto demais. “A substituição demanda testes e desenvolvimento de fórmulas”, afirma Fabio Acerbi, diretor de assuntos corporativos da multinacional Kraft Foods.

Já há alternativas para a gordura trans, como os óleos de girassol e de palma. O problema é que são mais caros e não são produzidos em grande escala. “E ainda temos o desafio de manter o sabor. Se você está acostumado com o seu biscoito e de repente sente um gosto diferente, você muda de marca”, diz Acerbi.

A gordura trans é ingrediente de boa parte dos alimentos industrializados. Está nos biscoitos, nos sorvetes, nas margarinas, nos requeijões, nas frituras, nos salgadinhos e até nas misturas para bolos.

Surgiu como uma alternativa –acreditava-se– mais saudável à gordura animal, por ser obtida de óleos vegetais. A gordura animal aumenta o LDL (o colesterol ruim) no sangue.

Mais que isso, a nova gordura foi amplamente adotada por ser pastosa, quase sólida, e não líquida. É o atributo que deixa a margarina cremosa e o biscoito crocante. Além disso, aumenta o prazo de validade e deixa o sabor mais agradável.

Alerta vermelho

Nos anos 90, porém, estudos científicos descobriram que a gordura trans é extremamente prejudicial à saúde. Mais até que a gordura animal. Além de aumentar o LDL, reduz os níveis de HDL (o colesterol bom).

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que um adulto não consuma mais que dois gramas de gordura trans por dia -quantidade que se alcança comendo três biscoitos recheados de morango.

Diante dos malefícios, a própria indústria tratou de reduzir os teores. No Brasil, o grande movimento se deu em 2006, depois que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tornou obrigatória a indicação, nas embalagens, da quantidade de gordura trans. Foi então que os brasileiros se deram conta dos excessos.

“Dois ou três anos atrás, estivemos no consumo máximo de gordura trans. Agora a indústria está cautelosa”, afirma a nutricionista Liandra Freitas Marquez Bernardes, da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais.

Nota do Blog

Mais uma vez vemos as indústrias querendo achar argumentos para tentar impedir perdas em seus lucros. Como contrariar uma medida que tenta acabar com uma substância que faz mal ao ser humano? E ainda tentar jogar contra esta idéia, tentando fazer chantagens ao dizer que as indústrias terão que voltar a utilizar a banha, que com certeza o sr. Edmund Klotz tem de sobra na cabeça.

Desculpas como a do sr. Fabio Acerbi da Kraft não colam mais, pois as empresas deste mercado já sabem deste problema há anos. Vale ressaltar que este mercado teve um faturamento no ano de 2007 de R$ 230,6 bilhões (fonte: ABIA), agora eu pergunto, com todo esse dinheiro não daria para investir em uma pesquisa para se achar um substituto para a gordura trans?

Fonte: FolhaOnline

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