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As 12 principais causas de mortes evitáveis nos Estados Unidos. E você faz parte destes grupos?

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  1. Tabagismo: 467.000 mortes.
  2. Hipertensão arterial (pressão alta): 395.000 mortes.
  3. Obesidade: 216.000 mortes.
  4. Atividade física inadequada e sedentarismo: 191.000 mortes.
  5. Alto nível de açúcar no sangue: 190.000 mortes.
  6. Colesterol elevado (LDL): 113.000 mortes.
  7. Dieta rica em sal: 102.000 mortes.
  8. Dieta contendo poucos ácidos graxos ômega-3: 84.000 mortes.
  9. Dieta rica em ácido graxo trans (gordura trans): 82.000 mortes.
  10. Álcool: 64.000 mortes.
  11. Baixa ingestão de frutas e produtos hortícolas: 58.000 mortes.
  12. Dieta baixa em ácidos gordos poli-insaturados: 15.000 mortes.

Fonte: Plos Medicine

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Websérie – Minimize Me – Ep 6 – Açucar

Neste capítulo eu comento sobre o meu vício em açúcar. Nunca tinha imaginado que o açúcar teria este poder viciante, mas depois de analisar o meu comportamento em relação aos doces eu cheguei a conclusão que se eu quisesse ter alguma chance de obter sucesso na minha dieta eu teria que enfrentar este problema.

Minimize Me é uma websérie onde você vai poder acompanhar as minhas aventuras para atingir o meu peso ideal.

Agora eu estou utilizando músicas que estão de acordo com a licença Creative Commons e que são gratuitas para baixar e escutar, ou seja se você gostar das músicas, você pode baixa-las legalmente.

As músicas deste episódio foram as seguintes:
Harem – Eva
Kangaroo MusiQue – The Gang Bang
Corrientes – Planet

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Quem adivinhar o tópico do próximo capítulo da série Minimize Me vai ganhar um doce :)

vicio-acucar

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Ninguém engorda por excesso de caloria

Imagem SXC

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“Ninguém engorda por excesso de caloria. Se fosse assim não teriam pessoas que se entopem de comer porcarias e não engordam. A gente engorda por um desequilíbrio hormonal”.

A afirmação acima é do estudioso sobre alimentação Leandro Zanutto, que há dez anos pesquisa engenharia biomédica para investigar as respostas orgânicas que os alimentos provocam.

As velhas dietas que levam em consideração os valores calóricos dos alimentos são “vazias”, na opinião de Zanutto. “Tudo no seu corpo funciona de acordo com os hormônios. Eles são a chave para o funcionamento do organismo. Então, se eles estiverem desequilibrados, todo o resto vai estar também”, explica.

Outra frase interessante de Zanutto: “Sou contra o consumo de leite. O ser humano não foi feito para tomar leite, ainda mais de outra espécie. Nem o bezerro toma leite da própria mãe depois que cresce. São mais do que conhecidos os efeitos alérgicos do leite”.

Segundo o pesquisador, apesar de o leite ser uma boa fonte de cálcio, ele deve ser ingerido através de outras fontes de alimento como por exemplo: amêndoas, brócolis, couve-manteiga, castanha do pára. Zanutto sugere que o leite deve ser consumido apenas fermentado, na forma de iogurte ou queijos bem curados. De acordo com o Ministério da Saúde 56% da população consome leite integral, que contém um alto teor de gordura.

O pesquisador também critica a pirâmide alimentar sugerida pelo Ministério da Saúde que é formada por 70% de carboidratos e 30% de proteínas. “A alimentação do brasileiro é riquíssima em carboidrato, a cesta básica inclui uma latinha de atum que não dá nem para o consumo diário de proteína para uma pessoa. E entre carboidrato, proteína e gordura, o carboidrato é o que a pessoa menos precisa em termos nutricionais. Não em termos energéticos, em termos nutricionais”, explica Zannuto.

Zanutto ressalta que a alimentação deve ser voltada para o equilíbrio hormonal. Para isso, é necessário adotar uma dieta em que as proporções de carboidratos, proteínas e gorduras sejam mais equilibradas, e lembrar que frutas e hortaliças também são carboidratos.

Para ele, a diminuição na ingestão de carnes com gordura, observada pelo ministério por meio da pesquisa Vigitel, feita em todas as capitais com pessoas adultas, não é um fator que vá necessariamente ajudar na queda da obesidade – doença que já atinge 13% da população. “A queda no consumo de carnes gordurosas pode ser considerado um avanço sim, porque essa gordura não vai trazer benefícios diretos para o organismo, e esse consumo excessivo pode ser prejudicial porque a gordura poderá colar no interior das artérias. Mas não é de todo ruim o consumo de gorduras com as carnes, porque alguns tipos de gorduras estimulam a sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa coma menos”, explica Zanutto.

O pesquisador ressalta ainda que o consumo de gordura não está diretamente ligado à obesidade. “Acharam um vilão para a obesidade e tentam associar isso à gordura, sendo que comer gordura não te faz mais gordo, não necessariamente vai aumentar seu colesterol. O consumo de carboidrato com toda certeza está mais relacionado ao excesso de peso e obesidade”.

Para finalizar, Zanutto também critica a comum substituição do açúcar pelo adoçante. Segundo ele, nenhum dos dois faz bem, mas o aspartame – uma das substâncias que dá o efeito adocicado na maior parte dos adoçantes – é muito mais prejudicial à saúde. Assim, segundo o pesquisador, o ideal é que as pessoas deixem de usar os dois e passem a consumir os alimentos naturalmente doces, como as frutas. “A maioria das frutas já é adoçada naturalmente, mas o paladar já está tão viciado pelo açúcar dos produtos industrializados que as pessoas não sentem o gosto”.

Fonte: O DIA <online>

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Barras de cereal – Receitas

Imagem SXC

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Barra de cereal

Ingredientes

  • 250 gr de açúcar mascavo
  • 1 colher sopa de glucose de milho (Karo)
  • 1 xícara chá de água
  • 250 gr de fibra de trigo
  • 250 gr de flocos de arroz
  • 1 colher sopa de gergelim branco
  • 3 colheres sopa de aveia em flocos

Modo de preparo

  • Coloque em uma panela o açúcar, a glucose e a água.
  • Leve ao fogo até o ponto de bala.
  • A parte em uma vasilha misture os ingredientes secos.
  • Despeje a calda em cima e mexa até formar uma bola.
  • Coloque em um papel alumínio untado e vá apertando com as mãos até ficar uma barra grande com uma espessura de aproximadamente 1 cm.
  • Corte em barrinhas e embale-as em papel filme.

Fonte: cybercook

Barra de cereal com frutas secas

Ingredientes

  • 400 g de bolacha tipo maisena (trituradas no liquidificador)
  • 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • 100 g de leite em pó desnatado
  • 1/2 xícara (chá) de uvas passas
  • 2 xícaras (chá) de flocos de arroz
  • 1 xícara (chá) de damasco seco picado
  • 1/2 xícara (chá) de maçã seca picada
  • 2 xícaras (chá) de aveia
  • 2 vidros de glucose de milho (Karo)

Modo de Preparo

  • Misture todos os ingredientes e utilize o mel para dar liga.
  • Coloque a massa numa forma, prense bem passando um rolo de macarrão, deixando-a uniforme e lisa.
  • Deixe descansar de um dia para o outro ou, no mínimo, por 6 horas.
  • Corte em barras, quadradinhos ou de acordo com sua criatividade.
  • Embrulhe em papel (filme, celofane, alumínio).

Fonte: maisvoce

Barra de cereais energética

Ingredientes (Receita para 20 barras)

  • 2 xícaras de frutas secas
  • ½ xícara de mel
  • 4 colheres (sopa) de suco de laranja
  • 4 colheres (sopa) de suco de limão
  • 2 ½ xícaras de farinha de trigo integral
  • ½ colher (chá) de bicarbonato de sódio
  • ½ colher (chá) de fermento em pó
  • 1 colher (sopa) de óleo de canola
  • ¼ xícara de glicose de milho (Karo)
  • 2 claras
  • 1 xícara de aveia
  • ½ xícara de açúcar mascavo (opcional)

Modo de Preparo

  • Bata no liquidificador as frutas secas, o mel e os sucos de laranja e limão.
  • Misture os outros ingredientes separadamente e deixe de lado apenas a aveia.
  • Junte o conteúdo do liquidificador com a massa e molde pequenos retângulos, achatando-os.
  • Passe os retângulos na aveia e espalhe-os em uma assadeira untada.
  • Leve ao forno médio (180 graus) por quinze minutos.

Fonte: bikemagazine

Barrinha de Cereais Integral

Ingredientes

  • 1 xícara de gergelim integral branco
  • 1 xícara de fibra de trigo fina (farelo)
  • 1 xícara de flocos de centeio integral (pré cozido)
  • Uva passa preta sem semente
  • 1 xícara de castanha de caju torrada, salgada e picada
  • 2 xícara de aveia integral em flocos finos
  • 2 xícara de açúcar mascavo tradicional
  • 1 xícara (chá) de água
  • 1 xícara (chá) de mel

Preparo

  • Ferva a água, açúcar e o mel até obter ponto de fio.
  • Coloque por cima dos ingredientes secos, misture, coloque em uma forma, abra e coloque em um plástico, molde, retire o plástico e corte as barrinhas.
  • Embale em papel celofane.
  • Rende 30 barras tamanho padrão

Barrinha de cereal Light

Ingredientes

  • 4 colheres (sopa) de açúcar
  • 1/2 xícara de mel
  • 1 xícara de flocos crocantes
  • 1/2 xícara de aveia em flocos
  • 1/2 xícara de uva passa sem sementes
  • 1 colher (sopa) de margarina light

Preparo

  • Leve ao fogo uma panela com o açúcar, mel, flocos crocantes, aveia em flocos e uva passa.
  • Cozinhe, sem parar de mexer, por 10 minutos, ou até obter uma massa homogênea.
  • Retire do fogo, despeje a massa sobre uma superfície lisa, untada com 1 colher (sopa) de margarina light, formando um retângulo grande 1 cm de espessura.
  • Com uma faca, corte a massa ainda quente em 12 barras de 4 cm X 7 cm.
  • Guarde em um recipiente hermético.
  • Rende 12 unidades de 30 g.
  • Calorias: 95 cal por unidade.

Fonte e mais receitas: Bem Feitinho

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Aprenda a ler o rótulo


Checar atentamente as informações impressas na embalagem dos alimentos é fundamental para não errar na compra. Quando você cria esse hábito, tende a consumir menos calorias e mais nutrientes do bem.

…não vale observar só o valor energético da barrinha de cereais e a validade do iogurte. A checagem tem de ser completa. É importante investigar todas as informações nutricionais para fazer escolhas certas, descartando os alimentos carregados de gordura ou outros ingredientes capazes de detonar a sua dieta…

…deve constar na etiqueta a quantidade de gordura trans ­ a tal inimiga, nociva por elevar no organismo a taxa do mau colesterol e baixar a do bom, aumentando o risco de doenças cardiovasculares. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também determinou um padrão para o tamanho da porção. O fabricante deverá informar os nutrientes contidos numa porção considerada normal para uma pessoa — em gramas (para os sólidos) ou mililitros (no caso das bebidas) e o equivalente em medida caseira (xícara, colher, copo). “O objetivo dessa revisão é permitir que o consumidor controle melhor o consumo de calorias diárias”, diz Antônia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvis.

Além dos nutrientes, você deve ficar de olho nos ingredientes presentes na composição do produto. Eles entram numa lista, geralmente impressa abaixo da tabela nutricional, em ordem de quantidade decrescente. Por exemplo, se um pão tem mais farinha integral do que farinha branca, a integral deve vir primeiro. O que isso tem a ver com a dieta? Adquirir alimentos ricos em fibras evita picos de açúcar no sangue e, com isso, o excesso de insulina, o hormônio que favorece o estoque de gordura. Se ficar atenta ao rótulo, você também pode se servir melhor de vitaminas, minerais e substâncias que protegem a saúde.

Açúcar: tem ou não tem?…Ele pode aparecer no rótulo com outros nomes: xarope de milho, melado, açúcar invertido, maltodextrina, dextrose, frutose ou sacarose. Por isso, mesmo quando o fabricante utiliza a embalagem para exaltar a não adição de açúcar, verifique na lista de ingredientes se não consta um dos nomes acima. “Os alimentos sem adição de açúcar não têm a sacarose, um tipo de açúcar industrial, mas pode conter glicose e frutose, que são naturais”, explica Antônia Aquino, da Anvisa. E, nesse caso, não há diferença na quantidade de calorias. O açúcar também pode ser substituído por uma outra substância capaz de dar sabor doce ao alimento, o sorbitol. E, de novo, não significa ser um produto isento de calorias — o sorbitol tem 2,4 calorias por grama e a mesma quantidade de açúcar tem 4 calorias.

Pegadinhas

sem colesterol Não se iluda: o óleo vegetal que traz em destaque a informação “livre de colesterol” não tem nenhuma vantagem sobre os seus concorrentes. Todos os óleos vegetais têm essa característica e o fabricante é obrigado a acrescentar essa informação. O problema é que, para encontrá-la na embalagem, você precisa de paciência e, talvez, de uma lente de aumento.

não contém conservantes A informação pode estar correta, mas não exclui a possibilidade do alimento conter outros aditivos. Não tem jeito: a maioria das comidas industrializadas carregam essas substâncias, obrigatoriamente relacionadas no final da lista dos ingredientes, pelo nome ou número.

100% natural É quase impossível um alimento industrializado ser totalmente natural. Quando não tem conservantes ou corantes, pode carregar açúcar. Aliás, os enlatados tendem a ter mais açúcar do que você imagina. Então, procure as opções que não sejam adoçadas.

Nota do Blog

Eu sei que é muito chato ficar lendo rótulos das embalagens, principalmente se você estiver fazendo aquela compra mensal em um supermercado lotado com o carrinho transbordando.

Mas eu gostaria de enfatizar que é super importante tentar aprender a entender o rótulo dos produtos, pois você pode estar sabotando a sua dieta sem você saber e depois quando vai ver os resultados eles nunca são os esperados.

Me considero uma pessoa que consegue identificar através do rótulo se um produto é bom ou ruim para a minha dieta. Mas isso não me deixa livre de cair nas estratégias de marketing das empresas do ramo de alimentos. Outro dia, estava no supermercado e me deparei com um pão sírio integral, quando olhei no rótulo constava apenas 160 calorias por 56 gramas, como o pacote só tinha 4 pães eu comprei sem pestanejar.

Quando eu chego em casa e estou prestes a comer o pão eu conferi de novo o rótulo, pois achava que era muito bom para ser verdade e verifiquei que a pegadinha estava no tamanho da porção, porque o pacote todo tinha 450 gramas. Por causa deste “detalhe” ao invés de estar consumindo 160 calorias, eu estava consumindo o dobro 320!!!. Neste caso eu ia estar sabotando a minha dieta sem saber.

Por isso é sempre muito bom ficar atento aos rótulos porque as vezes isto pode ser uma das razões do porque a sua dieta não esteja funcionando.

Fonte:  Revista Boa Forma

São Francisco em Pé de Guerra contra a Coca Cola

São Francisco decidiu que o inimigo público número 1 são os refrigerantes.

Por anos, a idéia de cobrar um imposto nos refrigerantes para combater a obesidade já era comentada entre os médicos.  Mas agora, o prefeito Gavin Newsom de São Francisco está propondo um imposto nas bebidas que contém quantidades elevadas de açúcar líquido da frutose do milho.

Newsom diz que a obesidade é responsável por dezenas de milhões dos dólares que a cidade gasta com cuidados médicos.  Ele menciona uma recente pesquisa feita pelo departamento de saúde de São Francisco, apontou que quase 1/4 dos estudantes da cidade que cursam  entre a 5 e 8 série estão com excesso de peso, e que as bebidas elevadas em açúcar são responsáveis por 10% da contagem diária de calorias consumidas.

O prefeito quer que grandes cadeias de supermercado e drogarias pagem este novo imposto.

Nota do Blog

Apesar de ser um grande consumidor de Coca-Cola light, eu acho que este imposto é válido, pois a cidade pode utilizar este dinheiro para campanhas de reeducação alimentar e melhorar o sistema de saúde.

E no Brasil daria certo?  Hummm, a probabilidade é muito pequena, pois é muito difícil de acreditar que os políticos vão usar este dinheiro para criar campanhas que dariam mais informações sobre alimentação para a população.

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