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Saudável e barato – No final das contas os alimentos saudáveis são a melhor opção

Imagem abcdz2000

banca-verduras-legumes

Quando o orçamento familiar “aperta”, a primeira alternativa quase sempre são os pratos instantâneos. Mas, se realizarmos a matemática nutricional, existe melhor “barganha” no supermercado, quitanda ou frutaria.

Ricos em nutrientes, as frutas, vegetais, legumes e grãos baratos, são melhor opção se comparados aos pratos prontos que encontramos disponíveis nas prateleiras. Muitas pessoas acreditam que, para comer alimentos saudáveis, é preciso gastar muito dinheiro, é aí que mora o perigo.

O preço mais alto é pago pelas pessoas a longo prazo, quando a alimentação incorreta, começa a dar sinais no corpo, tanto com relação ao peso, quanto a doenças causadas pela má alimentação. Muitos pratos caros são repletos de sal, açúcar e gordura trans, além de terem pouco ou até nenhum valor nutricional.

“Sugiro a ingestão de nove porções diárias de frutas e vegetais. Se você seguir esta orientação, sobrará pouco espaço para junk food.

Três regras para compras baratas e saudáveis são:

Compre alimentos da estação e em promoção: planeje o menu do dia com base nesses alimentos;
Recheie: incremente sua alimentação com frutas e vegetais, que satisfazem devido às fibras e impedem os famosos “lanchinhos” fora de hora;
Orgânico ou convencional? A opção orgânica é a mais saudável, mas em tempos de “dinheiro curto”, compre os alimentos convencionais que tem menor risco de pesticidas: cebola, aspargo, brócolis, avocado, abacaxi, manga, kiwi e banana.

Faça render as economias: passe reto pelos pratos prontos, adicione estes alimentos para a sua lista de compras, e encha seu carrinho:

• Raízes: as raízes são ricas em antioxidantes. Frescas, cruas e raladas em salada são saudáveis, mas você também pode assá-las. Ex: beterraba, cenoura, aipim.
• Repolho: barato, este crucífero vegetariano é repleto de nutrientes, mas alguns são liberados apenas pelo processo de cozimento. Experimente cozido no vapor ou em saladas.
• Conservas de sardinha e atum: sardinhas são ricas em ômega-3 e cálcio, e tem baixo teor em mercúrio. O atum é barato, rápido e uma saudável fonte de proteína. Misturar em saladas ou em lanches com pão integral.
• Abóbora: rica em beta-caroteno satisfaz sem muitas calorias. Experimente com canela e noz-moscada.
• Aveia: redutora de colesterol, a aveia é uma pechincha nutricional, especialmente quando comprada a granel. Tente comer aveia no café da manhã com frutas e nozes.
• Ovos: uma das mais baratas fontes de proteína. Podem ser mexidos com legumes e ervas picadas para uma rápida e nutritiva refeição.
• Frutos e sementes: saudável em gorduras e proteínas, as nozes, amêndoas, sementes de abóbora e gergelim devem fazer parte da dieta de todos. Compre sem sal e coma pequenas porções puras, com lanches ou em saladas.
• Feijão: traz proteína e fibra para a sua dieta. Pode ser ingerido com o famoso arroz, integral se possível, ou como húmus para um lanche rico em proteínas.
• Grãos integrais: arroz integral, massas de grãos integrais, como quinoa e outros, são ótimas opções para as refeições, especialmente quando misturados com nutritivos legumes, feijões e leguminosas.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

Alimentação funcional combate câncer

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Pessoas que se alimentam conforme os fundamentos da nutrição funcional sentem os benefícios no seu dia-a-dia. Além de prevenir e cuidar de muitas doenças, os alimentos funcionais promovem bem-estar físico e mental para quem os ingere.

Dentre os vários aspectos positivos para a saúde, atualmente médicos já indicam alguns alimentos que, se ingeridos conforme indicado, podem* prevenir vários tipos de câncer em homens e mulheres.

Conheça alguns desses alimentos e como eles atuam no nosso organismo promovendo qualidade de vida:

– Azeite de oliva e câncer de mama
Os polifenóis contidos no azeite extra-virgem de oliva são responsáveis por programar a morte de células cancerígenas, diminuindo a expressão de genes pró-cancerígenos. Estes fitos químicos estão apenas presentes no azeite de oliva extra-virgem de primeira extração – a frio e sem químicas, a quantidade sugerida são de duas colheres de sobremesa ao dia.

– Brócolis e câncer de mama
Estudos mostram que o componente sulforofano inibe a proliferação de células tumorais de modo semelhante ao do taxol e vincristina – poderosos medicamentos anticancerígenos. Outros vegetais que podem também ser benéficos como o brócolis são o repolho e a couve-flor. O ideal é a ingestão de ½ xícara de chá ao dia.

– tomate e câncer de pulmão, útero, próstata e boca
Além de cargas de vitamina C, o tomate é uma das mais ricas fontes de licopeno flavonóide – o que lhes confere a sua cor vermelha – e que demonstrou defender o organismo contra o câncer de pulmão, útero, próstata e boca. Para que tenha esse efeito, é necessário o consumo de 3-4 rodelas de tomate por dia.

– espinafre e câncer de mama e pulmão.
Em vários estudos verificou-se que pessoas que incluem duas ou mais porções de espinafre por semana em sua nutrição têm consideravelmente mais baixas taxas de câncer de mama e pulmão.

– Alho e câncer
Os compostos de enxofre já demonstraram proteger contra o câncer, por neutralizar agentes cancerígenos e retardar o crescimento tumoral. Em estudo, investigadores descobriram que as mulheres que consomem alho pelo menos uma vez por semana, também têm uma incidência 32% menor de câncer de mama.

– Laranjas e câncer de pulmão e estômago
Já conhecidas por seu alto teor de vitamina C, pesquisas mostram que as laranjas também são ricas em muitos outros compostos anticancerígenos. Pesquisadores descobriram que as laranjas contêm mais de 170 fito químicos. Além disso, os compostos chamados limonóides – que dão aos frutos cítricos sabor ligeiramente amargo – são também altamente ativos contra o câncer. O consumo regular de laranjas (1 fruta ao dia, ou 1 copo de suco) está associado significativamente ao menor número de câncer de pulmão e estômago.

– Feijão
Todos os tipos de feijão são carregados com os inibidores da protease – compostos que tornam difícil para as células cancerígenas de invadir tecidos adjacentes. As lentilhas pertencem também à família de feijão, e são saborosas e fáceis de preparar.

– Soja e câncer de mama
As isoflavonas contidas na soja podem afetar o desenvolvimento do câncer de mama por competir com o estrogênio do corpo na ligação aos receptores de estrógeno. As isoflavonas também podem reduzir o risco do câncer de mama através do aumento do hormônio sexual vinculado a globulina, o que reduz níveis de estrógeno no sangue.

*cada organismo reage individualmente e o ideal é procurar um especialista em nutrição funcional para indicar o que funciona para o seu.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com

13 Mitos sobre dietas

Imagem Geo Cristianbarriga

Eu achei estas dicas no diet blog e achei super interessante. Você não vai achar a fórmula mágica mas com certeza alguma destas dicas podem te dar uma ajudinha na sua dieta.

Uma coisa que temos que botar na cabeça é que para uma dieta dar certo o principal fator é você.

1. Você não precisa de exercício para perder peso
Obviamente você pode perder peso sem exercício, no entanto a melhor maneira de perder peso e ficar em forma é combinar uma dieta saudável com exercícios regulares. O simples fato é que o exercício é importante, independentemente do seu peso atual.

2. Pular o café da manhã ajuda a perder peso
Na realidade, estudos indicam que quando você corta o café da manhã, você está mais susceptível a consumir mais calorias no final do dia para compensar. Além do mais, ficar sem café da manhã não é bom para o seu estado metabólico e de humor também.

3. Comer a noite dificulta o emagrecimento
Um estudo do Dunn Nutrition Centre, em Cambridge, os voluntários foram submetidos a um teste em que mede calorias queimadas e armazenadas. Eles receberam um pequeno almoço e uma grande janta por um período experimental. Em seguida, um grande almoço e um jantar pequeno durante um segundo período de ensaio. Os resultados revelaram que consumindo uma grande refeição a noite, não fez o corpo armazenar mais gordura.

Portanto, é evidente que não é importante a que horas você come, mas o valor total que você consume em um período de 24 horas.

4. Certos alimentos são “bons” outros não
É bastante evidente que alguns alimentos são melhores do que outros, tais como frutas, legumes, nozes e etc. Mas, não tente me dizer que comer um pedaço de pão faz mal… isso é ridículo! Moderação é a resposta certa.

5. Alimentos com baixo teor de gordura são melhores para você
Se um produto que alega ser “fat free” (sem gordura ou diet), é mais do que provável que você encontrará um alto teor de açúcar. Lembre-se, “sem gordura” não significa necessariamente “baixas calorias” ou “sem calorias”. Para obter uma imagem mais clara do que está comendo, sempre verifique cuidadosamente os valores nutricionais.

Vale também salientar que uma dieta super restritiva isenta de gordura não é necessário, você precisa ter alguma gordura na sua dieta. Tente evitar gorduras trans sempre que possível, e substitua as gorduras saturadas por gorduras insaturadas que são encontradas nos óleos vegetais (canola, oliva, etc), abacates, nozes, etc.

6. O suco de fruta é tão bom quanto comer frutas
Meu lema é de sempre comer alimentos o mais próximo da sua forma natural e sucos realmente não se enquadram nesta linha facilmente. Embora não seja de todo mal, você poderia certamente se beneficiar muito mais comendo o fruto inteiro, e não adquirindo as calorias vazias do suco.

7. O ganho de peso é inevitável a medida em que você envelhece
Evidentemente a taxa metabólica cai com a idade, mas simplesmente comer um pouco menos pode consertar isso. O problema para a maioria das pessoas é que a atividade física diminui a medida que envelhecem. Portanto, se você quiser ter certeza de não ganhar aqueles quilinhos extras com cada passagem de aniversário, aumente o seu nível de atividade e observe a ingestão de calorias.

8. Perder peso rápido é a melhor solução
Na verdade, perder peso lentamente é muito melhor. Dessa forma você terá mais probabilidades de perder excesso de gordura, não músculo. Além do mais, você terá uma maior chance de manter sua perda de peso por um longo prazo.

9. Ao parar de fumar você ganhará peso
Embora seja verdade que algumas pessoas ganham peso quando param de fumar, isso não é o caso de todos. A nicotina aumenta o metabolismo do corpo, no entanto, este efeito é pequeno, e não é uma razão suficiente para deixar de fumar.

10. Perder peso irá resolver seus problemas
Se você tem problemas antes de perder peso, infelizmente, eles continuaram a existir após os quilos sumirem. Então, o que devo fazer? É importante que você seja honesto com você mesmo sobre a fonte das suas dificuldades e em seguida, defina metas realistas para ajudá-lo a conseguir o que pretende na vida.

11. Todo mundo ganha peso durante as férias
É possível desfrutar das suas férias e ainda perder peso, ou pelo menos ficar com um peso constante. Como? Comer com moderação. Se você assumir que vai ganhar peso durante as férias, é um pouco como uma profecia de auto-preenchimento. Comece com uma atitude positiva e seja realista no que você pode alcançar.

12. O meu “metabolismo lento” é que me impede a perder peso
Infelizmente as pessoas estão se tornando cada vez mais sedentárias e provavelmente esse é um fator crucial para os problemas crescentes com o ganho de peso.

Um estudo publicado na BBC:

Os cientistas mediram a quantidade exata de calorias que pessoas com sobrepeso e peso saudável queimam enquanto estão sentados ou deitados em silêncio. Isso foi feito através da medição da quantidade de oxigênio inalado e na quantidade de dióxido de carbono exalado.

Os resultados destes estudos têm mostrado que as pessoas com sobrepeso gastam mais energia para manter seu corpo funcionando. Isto é porque possuem corpos maiores com mais músculos e órgãos internos.

No entanto, após tomar em consideração as diferenças no tamanho do corpo, os magros e as pessoas obesas têm demonstrado que possuem taxas metabólicas similares.

13. Consumir alimentos gordurosos levam a um ganho de peso rápido
Na realidade ganhar peso é um processo bastante lento. Se você comer uma refeição muito gordurosa e a balança acusar que você ganhou uns quilos, é muito provável que este ganho é devido aos líquidos. Se você voltar a comer comidas saudáveis novamente os quilos extras vão desaparecer.

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Alimentos orgânicos, escolha certa para qualidade de vida

Imagem Robbie Owen-Wahlverduras-organicas

Sabemos que a alimentação é importante para uma vida saudável. Frutas, verduras, legumes fazem parte da lista de alimentos que nos fazem bem. O problema é que grande parte destes, está contaminado por agrotóxicos, que fazem mal a nossa saúde.

Para que você fique apenas com as coisas boas dos alimentos, é importante ingerir os produtos orgânicos, que além de estarem livres dos agrotóxicos, possuem maior quantidade de nutrientes, pois em sua composição há menos concentração de água. Além disso, são mais saborosos e não agridem o meio ambiente.

Muitas pessoas acreditam que existem fórmulas ou produtos que eliminam os agrotóxicos dos alimentos na higienização antes de ingeri-los, porém, por exemplo, mesmo que você lave bem uma maçã por fora, os agrotóxicos já estão em sua polpa, e não só na casca.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
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Conheça um pouco a mais sobre os ingredientes da Coca-Cola e de outros alimentos industrializados

Imagens Coca-Cola Brasil

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Ingredientes da Coca-Cola
água gaseificada, açúcar, extrato de noz de cola, cafeína, corante caramelo IV, acidulante INS 338 e aroma natural.
Ingredientes da Coca-Cola Light
água gaseificada, extrato de noz de cola, cafeína, aroma natural, corante caramelo IV, acidulante ácido fosfórico, edulcorantes artificiais: aspartame (24 mg) e acessulfame de potássio (16 mg) por 100 ml, conservador benzoato de sódio, regulador de acidez citrato de sódio.
Ingredientes da Coca-Cola Zero
Água gaseificada, extrato de noz de cola, cafeína, aroma natural, corante caramelo IV, acidulante ácido fosfórico, conservador benzoato de sódio, regulador de acidez citrato de sódio e os seguintes edulcorantes artificiais: ciclamato de sódio 24mg/100ml, acessulfame de potássio 15mg/100 ml e aspartame 12mg/100ml.

Mas o que significa?

Para conseguir a praticidade e durabilidade dos produtos, os fabricantes se utilizam de milhares de aditivos químicos, que, na grande maioria das vezes, não fazem bem à saúde de quem os consome com freqüência. O uso desses produtos químicos deve ser discriminado nas embalagens dos alimentos. O nome de muitos desses produtos químicos vêm codificados, talvez para que o consumidor não se assuste ao ler estas informações do rótulo. Portanto, é uma questão de escolher entre o aspecto saudável dos alimentos “in natura”, e a praticidade dos alimentos artificiais e/ou industrializados.

Os produtos químicos encontrados com maior freqüência nos alimentos industrializados são:

  • Corantes
  • Aromatizantes
  • Conservantes
  • Antioxidantes
  • Estabilizantes
  • Acidulantes

Conheça melhor esses aditivos químicos:

Corantes
A função dos corantes é “colorir” os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais e mais agradável, portanto, aos olhos do consumidor. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência tem um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor. Uma gelatina de morango, por exemplo, que fosse transparente não faria sucesso. Um refrigerante sabor laranja sem corantes ficaria com a aparência de água pura com gás, o que faria que parecesse mais artificial, dificultando sua aceitação. É inegável que uma bebida com sabor de laranja e com cor de laranjada é muito mais agradável de se beber do que uma bebida incolor com gosto de laranja.

Os corantes são encontrados na grande maioria dos produtos industrializados, como as massas, bolos, margarinas, sorvetes, bebidas, gelatinas, biscoitos, entre outros.

Aromatizantes
Os aromatizantes tem por função dar gosto e cheiro aos alimentos industrializados, realçando o sabor e o aroma. Assim como os corantes, os aromatizantes também fazem com que os alimentos industrializados se pareçam mais com os produtos naturais, pois como já foi dito, isso é essencial na aceitação do produto pelo consumidor.

Informar que um salgadinho artificial de milho tem sabor e cheiro de presunto ou de churrasco faz com que ele seja mais aceitável, já que o consumidor vai reconhecer naquele produto um sabor que ele já conhece, de algum outro produto não industrializado que ele já comeu, causando a falsa impressão de que o produto não é tão artificial assim.

Muitos alimentos não possuem em sua composição as frutas que as embalagens anunciam, mas apenas aromatizantes que lhes imitam o sabor e aroma. São encontrados em sopas, carnes enlatadas, biscoitos, bolos, sorvetes, entre outros.

Conservantes
Ao contrário dos corantes e aromatizantes, os chamados conservantes não possuem função de fazer com que os produtos industrializados pareçam ser o que na realidade não são, ou seja, naturais. Sua meta é evitar a ação dos microorganismos que agem na deterioração dos alimentos, fazendo com que durem mais tempo sem estragar.

É possível reconhecer o uso de conservantes na composição dos produtos a partir da leitura dos rótulos das embalagens. Eles são caracterizados pelos códigos P1 a P10. São encontrados em refrigerantes, concentrados de frutas, chocolates, sucos, queijos fundidos, margarinas, conservas vegetais, carnes, pães, farinhas e em milhares de outros alimentos industrializados.

Antioxidantes
Assim como os conservantes, os antioxidantes procuram manter os alimentos em boas condições de consumo por mais tempo. Eles tem sua principal aplicação em óleos e gorduras, impedindo ou retardando sua deterioração, evitando a formação de “ranço” por algum processo de oxidação.

Podem ser encontrados em sorvetes, leite em pó instantâneo, leite de côco, produtos de cacau, conservas de carne, cerveja, margarina, óleos e gorduras em geral, farinhas, polpa e suco de frutas, refrescos e refrigerantes.

Estabilizantes
São utilizados para manter a aparência dos produtos, tendo como principal função estabilizar as proteínas dos alimentos. É possível identificá-los nos rótulos das embalagens pelos códigos ET1 até ET29.

Acidulantes
São utilizados principalmente nas bebidas com função parecida com a dos aromatizantes.

Os acidulantes podem modificar a doçura do açúcar, além de conseguir imitar o sabor de certas frutas e dar um sabor ácido ou agridoce nas bebidas.

Também aparecem codificados nas embalagens, sendo reconhecidos pela letra H. São encontrados nos sucos de frutas e refrigerantes, entre outros.

Fontes: Coca-Cola Brasil, Consumidor Brasil

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Ninguém engorda por excesso de caloria

Imagem SXC

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“Ninguém engorda por excesso de caloria. Se fosse assim não teriam pessoas que se entopem de comer porcarias e não engordam. A gente engorda por um desequilíbrio hormonal”.

A afirmação acima é do estudioso sobre alimentação Leandro Zanutto, que há dez anos pesquisa engenharia biomédica para investigar as respostas orgânicas que os alimentos provocam.

As velhas dietas que levam em consideração os valores calóricos dos alimentos são “vazias”, na opinião de Zanutto. “Tudo no seu corpo funciona de acordo com os hormônios. Eles são a chave para o funcionamento do organismo. Então, se eles estiverem desequilibrados, todo o resto vai estar também”, explica.

Outra frase interessante de Zanutto: “Sou contra o consumo de leite. O ser humano não foi feito para tomar leite, ainda mais de outra espécie. Nem o bezerro toma leite da própria mãe depois que cresce. São mais do que conhecidos os efeitos alérgicos do leite”.

Segundo o pesquisador, apesar de o leite ser uma boa fonte de cálcio, ele deve ser ingerido através de outras fontes de alimento como por exemplo: amêndoas, brócolis, couve-manteiga, castanha do pára. Zanutto sugere que o leite deve ser consumido apenas fermentado, na forma de iogurte ou queijos bem curados. De acordo com o Ministério da Saúde 56% da população consome leite integral, que contém um alto teor de gordura.

O pesquisador também critica a pirâmide alimentar sugerida pelo Ministério da Saúde que é formada por 70% de carboidratos e 30% de proteínas. “A alimentação do brasileiro é riquíssima em carboidrato, a cesta básica inclui uma latinha de atum que não dá nem para o consumo diário de proteína para uma pessoa. E entre carboidrato, proteína e gordura, o carboidrato é o que a pessoa menos precisa em termos nutricionais. Não em termos energéticos, em termos nutricionais”, explica Zannuto.

Zanutto ressalta que a alimentação deve ser voltada para o equilíbrio hormonal. Para isso, é necessário adotar uma dieta em que as proporções de carboidratos, proteínas e gorduras sejam mais equilibradas, e lembrar que frutas e hortaliças também são carboidratos.

Para ele, a diminuição na ingestão de carnes com gordura, observada pelo ministério por meio da pesquisa Vigitel, feita em todas as capitais com pessoas adultas, não é um fator que vá necessariamente ajudar na queda da obesidade – doença que já atinge 13% da população. “A queda no consumo de carnes gordurosas pode ser considerado um avanço sim, porque essa gordura não vai trazer benefícios diretos para o organismo, e esse consumo excessivo pode ser prejudicial porque a gordura poderá colar no interior das artérias. Mas não é de todo ruim o consumo de gorduras com as carnes, porque alguns tipos de gorduras estimulam a sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa coma menos”, explica Zanutto.

O pesquisador ressalta ainda que o consumo de gordura não está diretamente ligado à obesidade. “Acharam um vilão para a obesidade e tentam associar isso à gordura, sendo que comer gordura não te faz mais gordo, não necessariamente vai aumentar seu colesterol. O consumo de carboidrato com toda certeza está mais relacionado ao excesso de peso e obesidade”.

Para finalizar, Zanutto também critica a comum substituição do açúcar pelo adoçante. Segundo ele, nenhum dos dois faz bem, mas o aspartame – uma das substâncias que dá o efeito adocicado na maior parte dos adoçantes – é muito mais prejudicial à saúde. Assim, segundo o pesquisador, o ideal é que as pessoas deixem de usar os dois e passem a consumir os alimentos naturalmente doces, como as frutas. “A maioria das frutas já é adoçada naturalmente, mas o paladar já está tão viciado pelo açúcar dos produtos industrializados que as pessoas não sentem o gosto”.

Fonte: O DIA <online>

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Desmistificando as porções de frutas e verduras

Imagem SXC

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A pirâmide alimentar brasileira recomenda que você consuma no mínimo oito porções de frutas e verduras (combinado). Porém muitas pessoas não tem ideia do quanto seja uma porção e ninguém vai ficar carregando copos de medida para todos os lados.

Por isso, vamos disponibilizar um pequeno guia para você poder identificar com mais precisão o que significa cada porção de verduras e frutas.

Quanto que é uma porção?

80G de frutas ou verduras
1 colher de sopa de frutas secas
150ML de suco

Exemplos de porções – Furtas

1 banana (tamanho médio)
1 Maçã (tamanho médio)
1 Pera (tamanho médio)
1 Laranja (tamanho médio)

2 Kiwis (pequenos)
2 Ameixas (pequenos)
2 Figos (pequenos)

7 Morangos

Exemplos de porções – Verduras

1 Tomate (tamanho médio)

3 Colheres cheias de:
Ervilha
Cenoura
Feijão

O que conta?

Frescos, congelados, secas e enlatados

Tudo conta, só preste atenção que no caso das frutas secas a quantidade é menor do que se você comer frutas frescas. Na minha opinião eu vou sempre preferir comer frutas e verduras frescas pois o sabor delas é sempre superior aos demais.

Sucos e Feijões

Estes só podem ser contados como 1 porção diária. A razão é que os sucos não contém a mesma quantidade de fibras que as frutas. O feijão apesar de conter bastante ferro, não contêm a mesma gama de nutrientes das outras frutas e verduras.

Batata e Milho

Apesar destes dois alimentos serem considerados como verduras, quando eu fiz uma dieta com uma nutricionista, eles eram considerados como carboidratos. Isto se deve pela quantidade de amido que ambos possuem.

Fonte: Adaptado de um post do dietblog

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