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Suspensas propagandas de produtos emagrecedores

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu, em todo território nacional, as campanhas publicitárias que atribuem propriedades terapêuticas aos produtos Eficess (fabricado pelo Laboratório Tiaraju Alimentos e Cosméticos Ltda.), Fibralitus (fabricado pelo Laboratório Químico Farmacêutico Tiaraju Ltda.) e o Chá Misto Cítrico (Suplan Laboratório de Suplementos Alimentares Ltda.). A medida também vale para os kits denominados “Programa Emagrecer sob Medida” e “Kit 4 em 1 Nutriplus”. Todos os itens são distribuídos pela empresa TBA do Brasil Distribuidora Ltda., localizada em Porto Alegre. A decisão está na Resolução RE 3425/08, publicada na última sexta-feira (19).

A determinação estende-se para as demais marcas destes produtos: Tiaraju, Phynus, Fibracaps, K3, 3 Fibras, Naturanbagaba Plus, Quitomix, Lipo Line Plus, Fibratim, Bioremix, Celleron Plus e Celeron Mais, Algabel, Algagel, Algamax, Natugel, Tiaraju, Algafibras, Naturangaba, Vitaalga, Gelfibras e Fibras.

Nota do Blog

Já está na hora do governo começar a atacar esta empresas que fazem falsas promessas e iludem consumidores desesperados a fazerem qualquer coisa para perder peso.

Uma coisa que precisamos entender é que produtos milagrosos não existem, pois se existissem não seriam ocultos ou teriam somente uma “pequena” produção forçando você a comprar o produto ou se não perderia a “grande oportunidade” da sua vida.

Acredito que agora o governo deveria também estabelecer um padrão para as informações nutricionais pois cada produto utiliza da forma que bem entender tentando enganar o consumidor.  Outro dia eu cai em uma dessas pegadinhas de marketing. (ler aqui)

Eu espero ver mais ações deste tipo e também que seja criada uma lei que seja mais rigorosa sobre a promoção destes tipos de produtos pois do jeito que está só vai causar mais frustração e desilusão para a nossa população.

Fonte: ANVISA

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Aprenda a ler o rótulo


Checar atentamente as informações impressas na embalagem dos alimentos é fundamental para não errar na compra. Quando você cria esse hábito, tende a consumir menos calorias e mais nutrientes do bem.

…não vale observar só o valor energético da barrinha de cereais e a validade do iogurte. A checagem tem de ser completa. É importante investigar todas as informações nutricionais para fazer escolhas certas, descartando os alimentos carregados de gordura ou outros ingredientes capazes de detonar a sua dieta…

…deve constar na etiqueta a quantidade de gordura trans ­ a tal inimiga, nociva por elevar no organismo a taxa do mau colesterol e baixar a do bom, aumentando o risco de doenças cardiovasculares. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também determinou um padrão para o tamanho da porção. O fabricante deverá informar os nutrientes contidos numa porção considerada normal para uma pessoa — em gramas (para os sólidos) ou mililitros (no caso das bebidas) e o equivalente em medida caseira (xícara, colher, copo). “O objetivo dessa revisão é permitir que o consumidor controle melhor o consumo de calorias diárias”, diz Antônia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvis.

Além dos nutrientes, você deve ficar de olho nos ingredientes presentes na composição do produto. Eles entram numa lista, geralmente impressa abaixo da tabela nutricional, em ordem de quantidade decrescente. Por exemplo, se um pão tem mais farinha integral do que farinha branca, a integral deve vir primeiro. O que isso tem a ver com a dieta? Adquirir alimentos ricos em fibras evita picos de açúcar no sangue e, com isso, o excesso de insulina, o hormônio que favorece o estoque de gordura. Se ficar atenta ao rótulo, você também pode se servir melhor de vitaminas, minerais e substâncias que protegem a saúde.

Açúcar: tem ou não tem?…Ele pode aparecer no rótulo com outros nomes: xarope de milho, melado, açúcar invertido, maltodextrina, dextrose, frutose ou sacarose. Por isso, mesmo quando o fabricante utiliza a embalagem para exaltar a não adição de açúcar, verifique na lista de ingredientes se não consta um dos nomes acima. “Os alimentos sem adição de açúcar não têm a sacarose, um tipo de açúcar industrial, mas pode conter glicose e frutose, que são naturais”, explica Antônia Aquino, da Anvisa. E, nesse caso, não há diferença na quantidade de calorias. O açúcar também pode ser substituído por uma outra substância capaz de dar sabor doce ao alimento, o sorbitol. E, de novo, não significa ser um produto isento de calorias — o sorbitol tem 2,4 calorias por grama e a mesma quantidade de açúcar tem 4 calorias.

Pegadinhas

sem colesterol Não se iluda: o óleo vegetal que traz em destaque a informação “livre de colesterol” não tem nenhuma vantagem sobre os seus concorrentes. Todos os óleos vegetais têm essa característica e o fabricante é obrigado a acrescentar essa informação. O problema é que, para encontrá-la na embalagem, você precisa de paciência e, talvez, de uma lente de aumento.

não contém conservantes A informação pode estar correta, mas não exclui a possibilidade do alimento conter outros aditivos. Não tem jeito: a maioria das comidas industrializadas carregam essas substâncias, obrigatoriamente relacionadas no final da lista dos ingredientes, pelo nome ou número.

100% natural É quase impossível um alimento industrializado ser totalmente natural. Quando não tem conservantes ou corantes, pode carregar açúcar. Aliás, os enlatados tendem a ter mais açúcar do que você imagina. Então, procure as opções que não sejam adoçadas.

Nota do Blog

Eu sei que é muito chato ficar lendo rótulos das embalagens, principalmente se você estiver fazendo aquela compra mensal em um supermercado lotado com o carrinho transbordando.

Mas eu gostaria de enfatizar que é super importante tentar aprender a entender o rótulo dos produtos, pois você pode estar sabotando a sua dieta sem você saber e depois quando vai ver os resultados eles nunca são os esperados.

Me considero uma pessoa que consegue identificar através do rótulo se um produto é bom ou ruim para a minha dieta. Mas isso não me deixa livre de cair nas estratégias de marketing das empresas do ramo de alimentos. Outro dia, estava no supermercado e me deparei com um pão sírio integral, quando olhei no rótulo constava apenas 160 calorias por 56 gramas, como o pacote só tinha 4 pães eu comprei sem pestanejar.

Quando eu chego em casa e estou prestes a comer o pão eu conferi de novo o rótulo, pois achava que era muito bom para ser verdade e verifiquei que a pegadinha estava no tamanho da porção, porque o pacote todo tinha 450 gramas. Por causa deste “detalhe” ao invés de estar consumindo 160 calorias, eu estava consumindo o dobro 320!!!. Neste caso eu ia estar sabotando a minha dieta sem saber.

Por isso é sempre muito bom ficar atento aos rótulos porque as vezes isto pode ser uma das razões do porque a sua dieta não esteja funcionando.

Fonte:  Revista Boa Forma

Fim da Gordura Trans é Voltar à Época da Banha, diz Indústria

As indústrias rechaçam qualquer prazo para eliminar a gordura trans dos alimentos consumidos no país. O presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação), Edmund Klotz, reage com ironia ao comentar os planos do Ministério da Saúde de ver, em pouco tempo, o Brasil livre da mais danosa das gorduras.

“Se for fixado um prazo para acabar com a gordura trans, vamos ter de criar porco de novo e voltar à velha banha”, afirma Klotz. “Ainda não temos nada com um resultado final parecido com o dessa gordura.”

Neste ano, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, convocou os fabricantes e defendeu o modelo do Canadá, que deu três anos para que o ingrediente fosse banido.

“A nossa vontade é que, num curto prazo, nós possamos estar com 100% dos alimentos comercializados no Brasil sem gordura trans”, afirmou.

O empenho do ministro se justifica pelos gastos com o tratamento dos brasileiros que comem mal. Cerca de 168 mil pessoas foram hospitalizadas em 2007 em decorrência de acidente vascular cerebral –uma das conseqüências do colesterol alterado–, o que custou R$ 118 milhões aos cofres públicos.

Sem tempo

A indústria reagiu dizendo que os três anos são um prazo curto demais. “A substituição demanda testes e desenvolvimento de fórmulas”, afirma Fabio Acerbi, diretor de assuntos corporativos da multinacional Kraft Foods.

Já há alternativas para a gordura trans, como os óleos de girassol e de palma. O problema é que são mais caros e não são produzidos em grande escala. “E ainda temos o desafio de manter o sabor. Se você está acostumado com o seu biscoito e de repente sente um gosto diferente, você muda de marca”, diz Acerbi.

A gordura trans é ingrediente de boa parte dos alimentos industrializados. Está nos biscoitos, nos sorvetes, nas margarinas, nos requeijões, nas frituras, nos salgadinhos e até nas misturas para bolos.

Surgiu como uma alternativa –acreditava-se– mais saudável à gordura animal, por ser obtida de óleos vegetais. A gordura animal aumenta o LDL (o colesterol ruim) no sangue.

Mais que isso, a nova gordura foi amplamente adotada por ser pastosa, quase sólida, e não líquida. É o atributo que deixa a margarina cremosa e o biscoito crocante. Além disso, aumenta o prazo de validade e deixa o sabor mais agradável.

Alerta vermelho

Nos anos 90, porém, estudos científicos descobriram que a gordura trans é extremamente prejudicial à saúde. Mais até que a gordura animal. Além de aumentar o LDL, reduz os níveis de HDL (o colesterol bom).

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que um adulto não consuma mais que dois gramas de gordura trans por dia -quantidade que se alcança comendo três biscoitos recheados de morango.

Diante dos malefícios, a própria indústria tratou de reduzir os teores. No Brasil, o grande movimento se deu em 2006, depois que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tornou obrigatória a indicação, nas embalagens, da quantidade de gordura trans. Foi então que os brasileiros se deram conta dos excessos.

“Dois ou três anos atrás, estivemos no consumo máximo de gordura trans. Agora a indústria está cautelosa”, afirma a nutricionista Liandra Freitas Marquez Bernardes, da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais.

Nota do Blog

Mais uma vez vemos as indústrias querendo achar argumentos para tentar impedir perdas em seus lucros. Como contrariar uma medida que tenta acabar com uma substância que faz mal ao ser humano? E ainda tentar jogar contra esta idéia, tentando fazer chantagens ao dizer que as indústrias terão que voltar a utilizar a banha, que com certeza o sr. Edmund Klotz tem de sobra na cabeça.

Desculpas como a do sr. Fabio Acerbi da Kraft não colam mais, pois as empresas deste mercado já sabem deste problema há anos. Vale ressaltar que este mercado teve um faturamento no ano de 2007 de R$ 230,6 bilhões (fonte: ABIA), agora eu pergunto, com todo esse dinheiro não daria para investir em uma pesquisa para se achar um substituto para a gordura trans?

Fonte: FolhaOnline

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