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AVISO IMPORTANTE: O produto Hydroxycut é retirado das prateleiras nos EUA e Canadá

hydroxycut-HC-MT

Se você consome o produto Hydroxycut saiba que ele está sendo retirado das prateleiras nos EUA e Canadá.  Segundo o FDA, que é a agência que regula drogas e comida nos Estados Unidos, o Hydroxycut foi responsável por causar problemas no fígado e rins.

O Hydroxycut também foi responsável pela morte de um jovem de 19 anos, além de ter causado sérios problemas de saúde em 23 pessoas.  Não se sabe ao certo qual ingrediente da formula foi o responsável pelos problemas.

Para quem não sabe ou não conhece este produto, ele é vendido como um suplemento alimentar (por isso não precisa de prescrição médica) que ajuda na perda de peso, queima de gordura e que fornece energia para a prática de exercícios.  Em 2008 foram vendidos 9 milhóes de unidades.

O Hydroxycut é comercializado em diversas versões, abaixo segue uma lista dos quais estão sendo retirados:

  • Hydroxycut Regular Rapid Release Caplets
  • Hydroxycut Max Aqua Shed
  • Hydroxycut 24
  • Hydroxycut Max Liquid Caplets
  • Hydroxycut Carb Control
  • Hydroxycut Hardcore Liquid Caplets
  • Hydroxycut Liquid Shots
  • Hydroxycut Hardcore RTDs (Ready-to-Drink)
  • Hydroxycut Max Drink Packets
  • Hydroxycut Regular Drink Packets
  • Hydroxycut Caffeine-Free Drink Packets
  • Hydroxycut Caffeine-Free Rapid Release Caplets
  • Hydroxycut Hardcore Drink Packets (Ignition Stix)
  • Hydroxycut Natural

Fonte: dietblog, Project Swole

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Seis minutos de exercício mantêm a forma, diz estudo

Um estudo realizado pela Universidade McCaster, no Canadá, mostrou que apenas seis minutos de exercício intenso por semana podem ser tão eficazes para manter a forma quanto seis horas de exercícios moderados no mesmo período.

Segundo a pesquisa, publicada no Journal of Applied Physiology (revista de fisiologia aplicada), exercícios curtos porém intensos tonificam os músculos e melhoram a resistência.

Mas os especialistas alertam que este tipo de exercício pode ser muito pesado para quem não estiver previamente em forma.

Atualmente, para se manter saudável, recomenda-se sessões de 20 a 30 minutos de exercício aeróbico moderado, de três a cinco vezes por semana.

Regimes de exercício

Os pesquisadores compararam o desempenho de 23 pessoas que seguirem três rotas de exercícios diferentes, três vezes por semana. Todos os participantes estavam razoavelmente em forma e saudáveis.

Um grupo pedalava duas horas por dia, em uma velocidade moderada, e o segundo grupo pedalava por dez minutos, em sessões de um minuto, em velocidade um pouco mais alta.

Um terceiro grupo participou de um treinamento de corrida – pedalando em velocidade máxima por dois minutos em micro-sessões de 30 segundos, com quatro minutos de intervalo entre cada sessão.

Os voluntários completaram um circuito de quase 30 km no início da pesquisa, e o repetiram depois de duas semanas de treinamento.

A conclusão foi de que todos os participantes melhoraram o desempenho físico na mesma medida.

Análises mostraram que a velocidade em que os músculos dos participantes absorviam oxigênio – um fator chave para medir o quão em forma alguém está – era a mesma.

Capacidade Muscular

Os níveis de uma enzima chamada citrato-sintase, que ajuda o tecido a processar oxigênio e a combater a diabetes, também eram similares entre todos os participantes.

O professor Martin Gibala, que liderou a pesquisa, disse que “sessões curtas de exercício muito intenso melhoram a saúde muscular e a performance, tanto quanto várias semanas de treinamento tradicional para aumento de resistência”.

“O treinamento de corrida pode ser uma opção para aqueles que usam a falta de tempo como principal desculpa para entrar em forma e manter um regime saudável de exercícios”, disse ele.

John Brewer, da Academia de Ciências do Esporte Lucosade, disse à BBC que as sessões curtas de exercício intenso só são recomendadas para quem já está em forma.

Segundo ele, a melhor maneira de manter a saúde cardiovascular e a forma ainda é seguir as recomendações atuais de exercícios.

Nota do Blog

Eu classifico este estudo na categoria de estudos sem lógica, não que eu não acredite na veracidade desta pesquisa, muito pelo contrário mas não acredito que vá alterar alguma coisa.

Vou explicar, os pesquisadores apontam que para este tipo de exercício tenha sucesso você deve estar em forma, porém para estar em forma você precisa fazer as 6 horas semanais.

As pessoas que alegam que não tem tempo livre para fazer exercícios com certeza não estão em forma, por isso elas não estão aptas a fazer este tipo de exercício intenso e as pessoas que estão em forma não vão se satisfazer com apenas 6 minutos por semana de atividades físicas.

A minha conclusão é que vale apenas pela curiosidade, porém se você já está em forma e tem uma semana bem cheia, você pode se beneficiar desta técnica.

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Fim da Gordura Trans é Voltar à Época da Banha, diz Indústria

As indústrias rechaçam qualquer prazo para eliminar a gordura trans dos alimentos consumidos no país. O presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação), Edmund Klotz, reage com ironia ao comentar os planos do Ministério da Saúde de ver, em pouco tempo, o Brasil livre da mais danosa das gorduras.

“Se for fixado um prazo para acabar com a gordura trans, vamos ter de criar porco de novo e voltar à velha banha”, afirma Klotz. “Ainda não temos nada com um resultado final parecido com o dessa gordura.”

Neste ano, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, convocou os fabricantes e defendeu o modelo do Canadá, que deu três anos para que o ingrediente fosse banido.

“A nossa vontade é que, num curto prazo, nós possamos estar com 100% dos alimentos comercializados no Brasil sem gordura trans”, afirmou.

O empenho do ministro se justifica pelos gastos com o tratamento dos brasileiros que comem mal. Cerca de 168 mil pessoas foram hospitalizadas em 2007 em decorrência de acidente vascular cerebral –uma das conseqüências do colesterol alterado–, o que custou R$ 118 milhões aos cofres públicos.

Sem tempo

A indústria reagiu dizendo que os três anos são um prazo curto demais. “A substituição demanda testes e desenvolvimento de fórmulas”, afirma Fabio Acerbi, diretor de assuntos corporativos da multinacional Kraft Foods.

Já há alternativas para a gordura trans, como os óleos de girassol e de palma. O problema é que são mais caros e não são produzidos em grande escala. “E ainda temos o desafio de manter o sabor. Se você está acostumado com o seu biscoito e de repente sente um gosto diferente, você muda de marca”, diz Acerbi.

A gordura trans é ingrediente de boa parte dos alimentos industrializados. Está nos biscoitos, nos sorvetes, nas margarinas, nos requeijões, nas frituras, nos salgadinhos e até nas misturas para bolos.

Surgiu como uma alternativa –acreditava-se– mais saudável à gordura animal, por ser obtida de óleos vegetais. A gordura animal aumenta o LDL (o colesterol ruim) no sangue.

Mais que isso, a nova gordura foi amplamente adotada por ser pastosa, quase sólida, e não líquida. É o atributo que deixa a margarina cremosa e o biscoito crocante. Além disso, aumenta o prazo de validade e deixa o sabor mais agradável.

Alerta vermelho

Nos anos 90, porém, estudos científicos descobriram que a gordura trans é extremamente prejudicial à saúde. Mais até que a gordura animal. Além de aumentar o LDL, reduz os níveis de HDL (o colesterol bom).

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que um adulto não consuma mais que dois gramas de gordura trans por dia -quantidade que se alcança comendo três biscoitos recheados de morango.

Diante dos malefícios, a própria indústria tratou de reduzir os teores. No Brasil, o grande movimento se deu em 2006, depois que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tornou obrigatória a indicação, nas embalagens, da quantidade de gordura trans. Foi então que os brasileiros se deram conta dos excessos.

“Dois ou três anos atrás, estivemos no consumo máximo de gordura trans. Agora a indústria está cautelosa”, afirma a nutricionista Liandra Freitas Marquez Bernardes, da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais.

Nota do Blog

Mais uma vez vemos as indústrias querendo achar argumentos para tentar impedir perdas em seus lucros. Como contrariar uma medida que tenta acabar com uma substância que faz mal ao ser humano? E ainda tentar jogar contra esta idéia, tentando fazer chantagens ao dizer que as indústrias terão que voltar a utilizar a banha, que com certeza o sr. Edmund Klotz tem de sobra na cabeça.

Desculpas como a do sr. Fabio Acerbi da Kraft não colam mais, pois as empresas deste mercado já sabem deste problema há anos. Vale ressaltar que este mercado teve um faturamento no ano de 2007 de R$ 230,6 bilhões (fonte: ABIA), agora eu pergunto, com todo esse dinheiro não daria para investir em uma pesquisa para se achar um substituto para a gordura trans?

Fonte: FolhaOnline

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