Posts Tagged 'familia'

Minha dieta – As 3 primeiras semanas

Imagem Alex Costa

calendario-dieta

Esta foto acima é do meu calendário e todos os dias eu coloco um post-it roxo que significa que eu não comi nenhum doce.  Porém no dia 1 de março eu quebrei minha promessa e comi 2 pedaços de bolo!!!  Bom eu tive até uma boa desculpa pois foi o aniversário de 80 anos da minha sogra e a minha namorada fez um bolo de chocolate com morango, blueberries e framboesas além do mais a minha sogra já tinha comprado um outro bolo de sorvete de café com amêndoas…putz não teve jeito 🙂

Deixando esta escapadela de lado a minha dieta esta indo mais ou menos bem, já fazem 3 semanas que estou de dieta, na primeira semana foi super bem, eu fiz exercícios todos os dias e me alimentei bem.  Na segunda semana eu consegui manter a minha rotina de exercícios mas a alimentação não foi das melhores, na verdade eu não comi porcaria mas eu pulei refeições e quando eu comi, acabei comendo de mais e isto afetou um pouco a minha dieta e eu acabei engordando meio quilo 😦 .

A terceira semana eu fiquei doente por dois dias e não sei como o pneu da bicicleta (que no momento é estacionaria) furou!!!  Além do mais eu tive esta festa da minha sogra que acabou com os meus planos de vez.  Outro problema é que eu moro em Montreal e a família da minha namorada mora em Toronto, por isso toda vez quem tem uma festa da família dela nós temos que viajar para Toronto e ficar na casa do irmão dela que sempre tem ÓTIMOS PÃES CASEIROS na casa dele, então vocês já viram né?

Ainda para piorar hoje eu não estou me sentindo muito bem, acredito que vou pegar uma gripe, pois estou sentindo a minha cabeça um pouco pesada e a garganta está um pouco inflamada, espero que seja só uma coisa passageira, porque se não, gripe aqui no Canadá é no mínimo 1 semana de molho.

Eu tenho feito algumas filmagens sobre a minha dieta e pretendo montar um pequeno resumo e colocar na próxima sexta-feira (6/3) espero que vocês gostem.

Analisando estas 3 primeiras semanas eu vejo que o corte de doces me atrapalhou um pouco na segunda semana, pois fiquei um pouco ansioso e acabei comendo um pouco demais.  Eu vejo que o meu principal problema não são os doces mas o meu auto controle e é nisto que eu vou focar nestas próximas semanas.  Enquanto a minha promessa de não comer doces por três meses eu vou continuar pois estou vendo que meu paladar já alterou um pouco e acho que vale a pena, afinal de contas já se passaram 21 dias por isso não custa nada ficar mais 70 dias sem doces.

E para finalizar eu gostaria de agradecer a todos que estão me enviando mensagens de apoio e/ou torcendo por mim, isso conta muito e é bem legal ver que as pessoas torcem pelo meu sucesso, muito obrigado.

Gostou deste post? Leia também:

Minha dieta – Os 3 primeiros dias

Minha Dieta – Update 1

O Fim da fase de testes

Uma travessia para a vida – Conheça a história de Paulo Maia

Mulher, se você quiser ficar magra, fique solteira

Apenas 1 em cada 100 pessoas conseguem perder peso através de uma dieta

Se gostou deste post, assine o nosso RSS Feed

Ou receba o nosso Feed por Email

Anúncios

O estresse pode causar aumento no peso

Imagem SXC

A tensão do dia a dia, o acumulo de tarefas, as discussões no trabalho e em família, horários apertados, o trânsito congestionado, tudo isso provoca o estresse, o grande vilão da vida atualmente.

Como conseqüência, as glândulas suprarenais, localizadas acima dos rins, acabam sendo hiperestimuladadas, produzindo altos níveis do hormônio cortisol. Normalmente, o cortisol e a adrenalina, também produzido pelas glândulas suprarenais, deixariam o nosso organismo mais esperto e preparado para se defender de situações de perigo. No entanto, podem causar um aumento no estoque de gordura, afetando mais as mulheres.

Segundo especialistas, quando as mulheres em geral deixam de dar atenção à família, elas sentem angústia e o corpo produz menos ocitocina, batizado pelo terapeuta americano John Gray, do hormônio do amor. Esta angústia dispara o gatilho da fome, normalmente levando a pessoa estressada a consumir doces.

Um jeito de driblar este vício é reservar 30 minutos do dia para você – fazendo exercício, meditação, ir ao cabeleireiro ou manicure, ler um livro, etc. Segundo Gray, “quando a mulher se cuida, além de ocitocina, aumenta a produção de serotonina”, e o risco de estresse diminui pela metade. Outra sugestão de Gray é começar o dia bebendo um copo de água com suco de meio limão e uma colher de chá de mel, assim limpando o organismo e estimulando o funcionamento do intestino, e portanto facilitando a perda de peso.

Obesidade Infantil, Brasil Pode Alcançar EUA

As crianças e adolescentes brasileiros estão chegando perto dos americanos da sua faixa etária em índices de obesidade e, se não se cuidarem, poderão se tornar os novos gordinhos do século 21, indica um estudo inédito de pesquisadoras da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

O trabalho do Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária da Uerj analisou 260 alunos de 10 a 19 anos de uma escola pública no Rio de Janeiro e verificou que 15,6% estavam acima do peso recomendado para a sua faixa etária e 11,7% já poderiam ser consideradas obesos. Nos Estados Unidos, 17% estão nessa situação, embora essa categoria não seja adotada.

“Em uma geração, essa situação já pode estar muito parecida com a dos Estados Unidos”, afirma a médica de família Débora Teixeira, uma das autoras do estudo. “Nossos padrões alimentares copiam muito o dos americanos: muito açúcar, muito carboidrato.”

No Brasil, uma criança tem excesso de peso quando está acima do percentil 85 da curva d

e índice de massa corporal ideal (IMC) para a sua faixa etária; para ser considerado obeso, é preciso ultrapassar o percentil 95.

EUA

Nos Estados Unidos, o Centro para Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) só considera acima do peso quem estiver no percentil 95.

Mas especialistas como o pediatra Mark Jacobson, da Associação Americana de Pediatria, já consideram a saúde de uma criança comprometida no percentil 85.

Segundo Jacobson, se o cálculo incluísse o percentil 85, no Estado de Nova York, por exemplo, 42% das crianças já poderiam ser consideradas com “excesso de peso”. No caso da escola de Vila Isabel analisada pela Uerj, por exemplo, crianças acima do peso e obesas somam 27,3%.

Teixeira diz que o estudo da Uerj retrata uma realidade específica, de uma escola urbana freqüentada por alunos da classe C, mas indica um quadro observado com cada vez mais freqüência

no país.

Situação “grave”

O endocrinologista Walmir Coutinho, presidente da Federação Latino-Americana de Sociedades de Obesidade, ressalta que, embora o Brasil esteja atrás dos Estados Unidos, o problema tem piorado tanto que, se nada for feito, o país pode caminhar para uma situação “até mais grave” do que a americana.

“Nós ainda estamos passando por uma mudança, com aumento do acesso a TV, automóvel e telefone. Nos Estados Unidos, eles já passaram por isso há 40 anos.”

Jacobson também vê o risco de o Brasil seguir o caminho dos seus compatriotas. “Há semelhanças: as crianças estão mais urbanas, há menos oportunidades para atividades físicas, o fast-food está se disseminando”, diz o pediatra, que já fez diversas palestras sobre o assunto no Brasil.

Uma criança obesa não só tem mais chances de se tornar um adulto obeso como aume

nta as suas chances de desenvolver doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos.

“É muito assustador porque a quantidade de pessoas que têm já problema de pressão, obesidade, diabetes é muito grande”, afirma a médica Maria Inez Padula Anderson, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e uma das autoras do estudo.

Além dos problemas físicos, a criança tende a enfrentar problemas de auto-estima que podem dificultar os seus relacionamentos e aprendizado escolar, acrescenta Débora Teixeira.

Família

O fato de as crianças que participaram do estudo serem de classe média/classe média baixa também é interpretado pelos pesquisadores como um sinal de que pelo menos hoje no Brasil não é preciso ser rico para comer demais.

Na realidade, segundo Teixeira, a pobreza pode ser “um fator de risco” para a obesidade, já que os alimentos mais baratos hoje em dia são os industrializados, com alto índice de açúc

ar e gordura.

Para a médica, mais acostumado a debater problemas como a fome e a desnutrição, o Brasil ainda precisa acordar para a complexidade do problema de obesidade.

“A consciência de que a obesidade é uma doença, um problema de saúde grave, é recente, não tem mais de dez, 15 anos”, diz a pesquisadora. “O povo brasileiro tem uma preocupação grande com a estética, mas falta compreender o problema do ponto de vista da saúde.”

Nota do Blog

Mais uma pesquisa mostrando que um dos principais problemas do Brasil não é a desnutrição e fica cada vez mais evidente que a obesidade cresce assustadoramente em nosso país.

Até quando nossos políticos vão tentar encobrir esta situação?  Acredito que nós podemos e devemos exigir deles, melhores programas educacionais e fácil acesso a informações sobre como providenciar uma alimentação mais nutritiva e saudável.

Fonte: BBC Brasil


Vote no Blog clicando
no banner do topblog
Parceiros

Ajude a Divulgar
o Blog da Dieta

Blog da Dieta

Pegue o código
do banner
<a href="http://blogdadieta.com.br"
target="_blank"><img src="http://i491.
photobucket.com/albums/rr279
/alexmcosta/dieta-banner-120.jpg"
border="0" alt="Blog da Dieta"></a>
Ou se você preferir
pegue o código do link
<a href="http://blogdadieta.com.br"
target="_blank">Blog da Dieta</a>
Interessado em parcerias?
Clique aqui

Me Acompanhe no Twitter @alexmcosta

julho 2019
S T Q Q S S D
« jul    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  
Grupos do Google
Blog da Dieta
Visitar este grupo
Anúncios