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Manter um peso saudável diminui as chances de contrair o mal de Alzheimer

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Um novo estudo descobriu que a relação entre peso e o mal de Alzheimer é diferente para homens e mulheres.  O mal de Alzheimer é uma desordem cerebral progressiva e fatal.  A maioria das pessoas que desenvolvem a doença de Alzheimer tem mais de 65 anos.

O estudo, publicado no “American Journal of Epidemiology”, analisou 2322 pessoas que estavam participando no “Baltimore Longitudinal Study of Aging”. 187 destes participantes foram diagnosticados com o mal de Alzheimer, o estudo teve uma duração de 23 anos.  A pesquisa foi conduzida pela Dra. May A. Beydoun do “National Institutes of Health”, em Baltimore, e os pesquisadores descobriram que:

  • Homens que estão abaixo do peso ideal (IMC menor que 18,5) durante meia-idade (30-45) tem cinco vezes mais probabilidades de desenvolver o mal de Alzheimer do que aqueles que se encontram em uma condição de peso saudável.
  • As mulheres que estão com sobrepeso (IMC superior a 30) durante a meia idade tem seis vezes mais probabilidades de desenvolver o mal de Alzheimer do que aquelas que se encontram em uma condição de peso saudável.
  • Ter muita gordura localizada na região do abdômen é um fator de risco entre as mulheres.

No entanto, a pesquisa também verificou que os homens que ganharam uma quantidade significativa de peso durante a meia idade tem 3,7 vezes mais probabilidade de desenvolver Alzheimer do que aquelas que não, e mulheres que perderam peso durante a meia idade, tinham duas vezes mais probabilidade de desenvolver Alzheimer do que aquelas que não. Estes grupos de pessoas podem não ter sido as pessoas que necessitavam ganhar ou perder peso.

Segundo a agência Reuters:

A perda de peso pode despertar processos subjacentes às doenças relacionadas com o desenvolvimento da doença de Alzheimer, sugere a Dra. Beydoun e sua equipe, observando que outros pesquisadores constataram que as pessoas com transtorno cognitivo leve que perderam peso ou estão abaixo do peso ideal estão mais propensas a desenvolver a doença de Alzheimer.

Se você quiser reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer:

  • Procure sempre estar em um peso saudável (IMC entre 20 – 25), principalmente durante a meia idade.
  • Evite dietas malucas ou ganhar peso rapidamente.
  • Consulte o seu médico se você ganhou ou perdeu peso inesperadamente.

Fonte: dietblog

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Acumulação de gordura ao redor do seu abdômen pode dobrar as chances de uma morte prematura

beer-bellyDe acordo com uma nova pesquisa do “New England Journal of Medicine” feita com 350.000 pessoas na Europa, se você tiver uma barriga grande as suas chances de morrer prematuramente são dobradas. Mesmo se o seu BMI ou índice de massa corporal (IMC) estiver na faixa de peso saudável (18,5 – 24,9/ fonte abeso) você está correndo risco.

Este estudo indica o quanto é perigoso haver aquela gordura localizada na sua cintura. Para facilitar vamos colocar em números:

Um homem com uma cintura de 120 cm ou mais tem o dobro de chances de morrer prematuramente do que um outro homem com uma cintura menor do que 80 cm.
Para as mulheres, 100 cm de cintura indica que o seu risco é dobrado se comparado a outras com 65 cm ou menos.

    Outro fator alarmante é que a cada 5 cm que você acrescenta a sua circunferência isto acarretara um maior risco para a mortalidade em 17% para os homens e 13% para as mulheres.

    Segundo o professor Elio Riboli, “Embora estudos menores tenham sugerido uma ligação entre mortalidade e tamanho da cintura, fomos surpreendidos ao ver que o tamanho da cintura tenha esse efeito sobre a saúde das pessoas e a morte prematura. Nosso estudo mostra que a acumulação excessiva de gordura ao redor do seu abdômen pode colocar a sua saúde em risco mesmo que o seu peso seja considerado normal através do IMC.”

    A pesquisa não revela por que razão algumas pessoas têm uma cintura maior do que outras, mas os pesquisadores acreditam que a vida sedentária, má alimentação e predisposição genética são provavelmente fatores-chave.

    Outros fatos interessantes da pesquisa:

    • Números de participantes: 359,387
    • Números de países: 9
    • Idade média dos participantes quando a pesquisa começou: 51,5 anos
    • 65,4% eram mulheres
    • Tempo da pesquisa: 9,7 anos
    • 14,723 participantes morreram durante os estudos
    • A causa de maior incidência para a morte dos participantes que tinham um IMC alto foram de doenças cardiovasculares e câncer.
    • Para os participantes que tinham um IMC baixo foi de doenças respiratórias.

    Gostaria de conhecer o seu IMC? Clique aqui

    Fonte: EurekAlert

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    Obesidade Infantil, Brasil Pode Alcançar EUA

    As crianças e adolescentes brasileiros estão chegando perto dos americanos da sua faixa etária em índices de obesidade e, se não se cuidarem, poderão se tornar os novos gordinhos do século 21, indica um estudo inédito de pesquisadoras da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

    O trabalho do Departamento de Medicina Integral, Familiar e Comunitária da Uerj analisou 260 alunos de 10 a 19 anos de uma escola pública no Rio de Janeiro e verificou que 15,6% estavam acima do peso recomendado para a sua faixa etária e 11,7% já poderiam ser consideradas obesos. Nos Estados Unidos, 17% estão nessa situação, embora essa categoria não seja adotada.

    “Em uma geração, essa situação já pode estar muito parecida com a dos Estados Unidos”, afirma a médica de família Débora Teixeira, uma das autoras do estudo. “Nossos padrões alimentares copiam muito o dos americanos: muito açúcar, muito carboidrato.”

    No Brasil, uma criança tem excesso de peso quando está acima do percentil 85 da curva d

    e índice de massa corporal ideal (IMC) para a sua faixa etária; para ser considerado obeso, é preciso ultrapassar o percentil 95.

    EUA

    Nos Estados Unidos, o Centro para Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) só considera acima do peso quem estiver no percentil 95.

    Mas especialistas como o pediatra Mark Jacobson, da Associação Americana de Pediatria, já consideram a saúde de uma criança comprometida no percentil 85.

    Segundo Jacobson, se o cálculo incluísse o percentil 85, no Estado de Nova York, por exemplo, 42% das crianças já poderiam ser consideradas com “excesso de peso”. No caso da escola de Vila Isabel analisada pela Uerj, por exemplo, crianças acima do peso e obesas somam 27,3%.

    Teixeira diz que o estudo da Uerj retrata uma realidade específica, de uma escola urbana freqüentada por alunos da classe C, mas indica um quadro observado com cada vez mais freqüência

    no país.

    Situação “grave”

    O endocrinologista Walmir Coutinho, presidente da Federação Latino-Americana de Sociedades de Obesidade, ressalta que, embora o Brasil esteja atrás dos Estados Unidos, o problema tem piorado tanto que, se nada for feito, o país pode caminhar para uma situação “até mais grave” do que a americana.

    “Nós ainda estamos passando por uma mudança, com aumento do acesso a TV, automóvel e telefone. Nos Estados Unidos, eles já passaram por isso há 40 anos.”

    Jacobson também vê o risco de o Brasil seguir o caminho dos seus compatriotas. “Há semelhanças: as crianças estão mais urbanas, há menos oportunidades para atividades físicas, o fast-food está se disseminando”, diz o pediatra, que já fez diversas palestras sobre o assunto no Brasil.

    Uma criança obesa não só tem mais chances de se tornar um adulto obeso como aume

    nta as suas chances de desenvolver doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos.

    “É muito assustador porque a quantidade de pessoas que têm já problema de pressão, obesidade, diabetes é muito grande”, afirma a médica Maria Inez Padula Anderson, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e uma das autoras do estudo.

    Além dos problemas físicos, a criança tende a enfrentar problemas de auto-estima que podem dificultar os seus relacionamentos e aprendizado escolar, acrescenta Débora Teixeira.

    Família

    O fato de as crianças que participaram do estudo serem de classe média/classe média baixa também é interpretado pelos pesquisadores como um sinal de que pelo menos hoje no Brasil não é preciso ser rico para comer demais.

    Na realidade, segundo Teixeira, a pobreza pode ser “um fator de risco” para a obesidade, já que os alimentos mais baratos hoje em dia são os industrializados, com alto índice de açúc

    ar e gordura.

    Para a médica, mais acostumado a debater problemas como a fome e a desnutrição, o Brasil ainda precisa acordar para a complexidade do problema de obesidade.

    “A consciência de que a obesidade é uma doença, um problema de saúde grave, é recente, não tem mais de dez, 15 anos”, diz a pesquisadora. “O povo brasileiro tem uma preocupação grande com a estética, mas falta compreender o problema do ponto de vista da saúde.”

    Nota do Blog

    Mais uma pesquisa mostrando que um dos principais problemas do Brasil não é a desnutrição e fica cada vez mais evidente que a obesidade cresce assustadoramente em nosso país.

    Até quando nossos políticos vão tentar encobrir esta situação?  Acredito que nós podemos e devemos exigir deles, melhores programas educacionais e fácil acesso a informações sobre como providenciar uma alimentação mais nutritiva e saudável.

    Fonte: BBC Brasil


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