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Cuide da sua saúde com o chá branco

Imagem Wikimedia Commons

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O chá branco é a versão menos processada do famoso chá verde, pois é coletado antes das flores se abrirem. Esses brotos e as folhas da planta são cozidos ao vapor e submetidos à secagem. Ao contrário do verde e do preto, o chá branco não passa pela fermentação e a colheita para a produção desse chá se realiza em apenas dois dias por ano, por isso a raridade e o valor alto.

O chá branco acelera o metabolismo e ajuda a eliminar a gordura corporal. E ainda é um antioxidante que auxilia nos processos inflamatórios celulares como ocorre na obesidade, além de:

possuir grande concentração de polifenóis e outros antioxidantes que ajudam a neutralizar a ação dos radicais livres que são responsáveis pelo envelhecimento celular;

  • ser anticancerígeno: pesquisas realizadas comprovaram a eficiência do chá branco em inibir mutações genéticas que podem originar câncer;
  • ajudar na diminuição das taxas de LDL (o mau colesterol que bloqueia as artérias) evitando problemas cardíacos como arterosclerose e infarto;
  • e auxiliar no sistema imunológico: substâncias presentes na Camellia sinensis têm ação antiinflamatória e antigripal, ativam o sistema imunológico e regeneram a pele.

O ideal é consumir pelo menos 3 xícaras do chá ao dia, quente ou frio e de preferência sem açúcar. É aconselhável beber o chá apenas até o fim da tarde, por volta das 18h, por causa da cafeína. Ingeri-lo mais à noite pode causar insônia. Além disso, o ideal é tomá-lo logo após o preparo, deixar em infusão por no máximo três minutos, pois o ar destrói parte dos componentes ativos.

Infusão com água de torneira pode alterar sabor, aroma e propriedades do produto. Além disso, é recomendada a compra das folhas desidratadas, pois os componentes ativos, o sabor encorpado e adocicado do chá branco se mantém. Os saquinhos industrializados perdem as propriedades.

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Nozes – Um alimento ideal para o lanche da tarde

Imagens SXC e Wikimedia Commons

nozes

Uma das horas mais difíceis de seguir na dieta, ao menos para mim, é a hora que bate aquela fome durante a tarde. Um dos alimentos que eu prefiro nesta hora são as nozes.

As nozes são ricas em proteínas, não possuem colesterol e possuem muitos nutrientes. Elas são o alimento vegetal que possui a maior quantidade de antioxidantes e apesar de possuírem um alto teor de gordura, as nozes possuem os melhores tipos de gordura que são a monoinsaturada ou poliinsaturada. Este tipo de gordura ajuda a combater o colesterol (LDL) e se você consumi-las regularmente, estará diminuindo o risco de doenças cardiovasculares.

Mas qual será a quantidade certa?

Um dos problemas que eu tenho com as nozes é de saber qual é a quantidade ideal, e sempre quando eu vejo uma matéria sobre este alimento a quantidade sugerida é a de um punhado.  O único problema é que eu sou um cara grande (1,83m) e o meu punhado cabe muita noz, principalmente quando estou com fome.

Depois de muito pesquisar na net, eu acabei encontrando em diversas matérias que a quantidade ideal é de 28 gramas, porém eu não tinha a minima ideia de quantas nozes cabem em 28 gramas.  Para saber a quantidade certa de nozes que cabe em 28 gramas eu achei um site bem interessante que se chama Nutrion Data e lá eu acabei encontrando a informação que eu queria e acabei montando uma pequena tabela com as principais informações de algumas nozes.

Tabelas

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Tenha em mente que este quadro é um valor aproximado pois as nozes podem variar de peso.

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Fim da Gordura Trans é Voltar à Época da Banha, diz Indústria

As indústrias rechaçam qualquer prazo para eliminar a gordura trans dos alimentos consumidos no país. O presidente da Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação), Edmund Klotz, reage com ironia ao comentar os planos do Ministério da Saúde de ver, em pouco tempo, o Brasil livre da mais danosa das gorduras.

“Se for fixado um prazo para acabar com a gordura trans, vamos ter de criar porco de novo e voltar à velha banha”, afirma Klotz. “Ainda não temos nada com um resultado final parecido com o dessa gordura.”

Neste ano, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, convocou os fabricantes e defendeu o modelo do Canadá, que deu três anos para que o ingrediente fosse banido.

“A nossa vontade é que, num curto prazo, nós possamos estar com 100% dos alimentos comercializados no Brasil sem gordura trans”, afirmou.

O empenho do ministro se justifica pelos gastos com o tratamento dos brasileiros que comem mal. Cerca de 168 mil pessoas foram hospitalizadas em 2007 em decorrência de acidente vascular cerebral –uma das conseqüências do colesterol alterado–, o que custou R$ 118 milhões aos cofres públicos.

Sem tempo

A indústria reagiu dizendo que os três anos são um prazo curto demais. “A substituição demanda testes e desenvolvimento de fórmulas”, afirma Fabio Acerbi, diretor de assuntos corporativos da multinacional Kraft Foods.

Já há alternativas para a gordura trans, como os óleos de girassol e de palma. O problema é que são mais caros e não são produzidos em grande escala. “E ainda temos o desafio de manter o sabor. Se você está acostumado com o seu biscoito e de repente sente um gosto diferente, você muda de marca”, diz Acerbi.

A gordura trans é ingrediente de boa parte dos alimentos industrializados. Está nos biscoitos, nos sorvetes, nas margarinas, nos requeijões, nas frituras, nos salgadinhos e até nas misturas para bolos.

Surgiu como uma alternativa –acreditava-se– mais saudável à gordura animal, por ser obtida de óleos vegetais. A gordura animal aumenta o LDL (o colesterol ruim) no sangue.

Mais que isso, a nova gordura foi amplamente adotada por ser pastosa, quase sólida, e não líquida. É o atributo que deixa a margarina cremosa e o biscoito crocante. Além disso, aumenta o prazo de validade e deixa o sabor mais agradável.

Alerta vermelho

Nos anos 90, porém, estudos científicos descobriram que a gordura trans é extremamente prejudicial à saúde. Mais até que a gordura animal. Além de aumentar o LDL, reduz os níveis de HDL (o colesterol bom).

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que um adulto não consuma mais que dois gramas de gordura trans por dia -quantidade que se alcança comendo três biscoitos recheados de morango.

Diante dos malefícios, a própria indústria tratou de reduzir os teores. No Brasil, o grande movimento se deu em 2006, depois que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tornou obrigatória a indicação, nas embalagens, da quantidade de gordura trans. Foi então que os brasileiros se deram conta dos excessos.

“Dois ou três anos atrás, estivemos no consumo máximo de gordura trans. Agora a indústria está cautelosa”, afirma a nutricionista Liandra Freitas Marquez Bernardes, da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais.

Nota do Blog

Mais uma vez vemos as indústrias querendo achar argumentos para tentar impedir perdas em seus lucros. Como contrariar uma medida que tenta acabar com uma substância que faz mal ao ser humano? E ainda tentar jogar contra esta idéia, tentando fazer chantagens ao dizer que as indústrias terão que voltar a utilizar a banha, que com certeza o sr. Edmund Klotz tem de sobra na cabeça.

Desculpas como a do sr. Fabio Acerbi da Kraft não colam mais, pois as empresas deste mercado já sabem deste problema há anos. Vale ressaltar que este mercado teve um faturamento no ano de 2007 de R$ 230,6 bilhões (fonte: ABIA), agora eu pergunto, com todo esse dinheiro não daria para investir em uma pesquisa para se achar um substituto para a gordura trans?

Fonte: FolhaOnline

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