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Gripe Suína (Vírus H1N1)- A obesidade seria um risco a mais?

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Novos dados sugerem que a obesidade, especialmente extrema (IMC acima de 40), aumenta as chances de morte para as vítimas da gripe suína.

O estudo, publicado pelo Centers for Disease Control and Prevention, supervisionou dez pacientes com gripe suína em um hospital de Michigan, todos os pacientes tiveram de ser colocados em aparelhos especiais devido à gravidade da doença.

O estudo constatou que:

  • Três pacientes morreram.
  • Dois pacientes eram obesos (IMC entre um 30-40).
  • Sete dos pacientes eram extremamente obesos (IMC acima de 40), sendo responsável por duas das três mortes.

O estudo acrescenta que dados de uma pesquisa realizada na Califórnia, descobriu que a obesidade parece acrescentar um risco maior para as pessoas que estão infectadas com a gripe suína.

Os cientistas não tinham o objetivo de descobrir se obesidade foi um fator determinante na gravidade da gripe suína, a agência Reuters explica:

O estudo não foi desenhado para ver se obesidade ou qualquer outro fator representa um risco maior para a gripe. Mas, os cientistas ficaram surpreendidos ao ver que sete dos 10 pacientes eram extremamente obesos.

Ainda não é conhecida por que a obesidade parece aumentar a probabilidade de morte ou complicações graves nos casos da gripe suína, ela não é considerada um fator de risco em casos de gripe sazonal. Uma possibilidade é que devido a uma maior massa corporal, pacientes obesos necessitam de uma dose maior de Tamiflu.

A obesidade é, no entanto, uma causa conhecida para contribuir ou complicar, uma série de condições médicas, incluindo doenças cardíacas, diabetes, acidente vascular cerebral, doença de Alzheimer, e vários tipos de cancro.

Fonte: dietblog

Quer viver mais e melhor? Ingira menos calorias

Imagem Paulo Correa
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Quem está em dieta sabe o quão importante é controlar a ingestão de calorias. Agora, pesquisadores descobriram que diminuindo o consumo de calorias não é bom somente para a sua cintura, mas também pode retardar o envelhecimento.

Um novo estudo da revista Science, pesquisadores investigaram mais de 70 macacos por 20 anos. Metade dos macacos seguiram uma dieta restrita em calorias porém muito nutritiva, em valores, eles consumiram 30% menos calorias do que normalmente comeriam. Enquanto, a outra metade comia o quanto quisesse.

No final, 53% dos macacos que seguiam a dieta ainda estavam vivos até ao final do estudo, em comparação com apenas 34% do outro grupo. Outro ponto importante, os macacos que comeram menos calorias permaneceram mais saudáveis por longos períodos de tempo. De fato, eles tinham 3 vezes menos probabilidade de desenvolver doenças relacionadas com a idade como o câncer, doenças cardiovasculares e diabetes. Eles também apresentaram melhorias em relação a saúde do cérebro. “Todas estas mudanças ajudam a retardar o processo de envelhecimento”, diz o Dr. Richard Weindruch, autor e professor de medicina da Universidade de Wisconsin em Madison. Inclusive um outro estudo realizado por ele descobriu que a restrição calórica poderia ajudar a diminuir a perda de músculos com o envelhecimento.

Como macacos e seres humanos estão intimamente ligados, os resultados podem se aplicar a você, também. No entanto, o Dr. Weindruch é hesitante em recomendar uma redução de 30% de calorias para os seres humanos, dizendo que pode ser demasiado para a maioria das pessoas. “E se você reduzir muito o seu consumo alimentar, você poderá entrar em desnutrição”, diz ele. Se você quiser seguir este método, você deverá procurar um perito qualificado como um nutricionista que pode te acompanhar e de ter a certeza de que enquanto você está cortando calorias, você está recebendo todos os nutrientes que você precisa.

Estudos mostram ligação entre ingestão de laticínios e Mal de Parkinson

Imagem Zsuzsanna Kiliánleite

Estudo publicado no American Journal of Epidemiology, diz que o consumo diário de laticínios, especialmente o leite, aumenta o risco do homem de desenvolver o mal de Parkinson.

Um estudo feito com 73.175 mulheres e 57.689 homens, entre 1992 e 2001, mostrou que homens que ingeriram mais produtos à base de leite, tinham 60% mais de chances de desenvolver a doença. O queijo e o iogurte mostraram-se menos perigosos que o leite em si, nesses casos.

Estudos anteriores já haviam indicado a ligação do Mal de Parkinson ao consumo de laticínios, porém o motivo desse fato ainda é desconhecido, o que se sabe é que o cálcio, a vitamina D e a gordura não são os causadores.

O risco de desenvolver a doença, em homens, aumentou proporcionalmente à quantidade de ingestão de leite, já nas mulheres, a ingestão de leite não tem ligação com a incidência da doença.

O Mal de Parkinson é disseminado e tende a afetar mais os idosos. Aproximadamente 60.000 novos casos aparecem por ano. A doença é mais comum em homens que em mulheres.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
Site: www.nutrijobst.com
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Bons hábitos alimentares dos pais tem pouca influência para os filhos

Imagem Wong Mei Tengcomida-saudavel

Um novo estudo publicado no jornal Social Science and Medicine mostrou de certa forma até surpreendente para os pesquisadores que os hábitos alimentares dos pais tem pouca influência nos hábitos alimentares do filhos.

O estudo foi liderado pela Dra. Youfa Wang e contou com a participação de 1061 pais, 1230 mães, 1370 filhos e 1322 filhas.

Pontos Interessantes

O estudo sugere que outros fatores, tais como amigos e televisão podem ter mais influências sobre o que as crianças comem.

O consumo alimentar foi avaliado e comparado à dieta baseada em uma pontuação do USDA. Uma pontuação perfeita é de 100 pontos, e leva em consideração o consumo de frutas, legumes, cereais integrais, lacticínios, carne, feijão, óleo, gordura saturada e sódio.

A pontuação média dos pais e das crianças era de cerca de 48 a 50, bem abaixo da pontuação acima de 80, que o USDA considera uma boa dieta.

Apenas 10 por cento dos americanos tem uma pontuação superior a 80 em 2000.

De acordo com Wang, as variações na dieta das crianças que poderia ser explicado pela influência dos seus pais foi inferior a 10 por cento. 90 por cento da variação da dieta das crianças foi explicada por outros factores.

Algumas Conclusões

Existe um grande problema na sociedade de hoje em que os dois pais necessitam trabalhar para sustentar a família, além de que existe uma grande parte de famílias monoparentais, consequentemente, havendo uma menor influência sobre as crianças.

Ao olhar o que substitui os pais como influências – mídia, escola e amigos – não é de admirar que os hábitos alimentares das crianças não são exemplares.

Soluções

Influência dos pais só pode começar quando os pais começarem a passar mais tempo com seus filhos.

Quando os pais comprometem-se a um estilo de vida mais saudável, é uma questão não só de dar o exemplo, mas também deles reforçarem do porque fizeram esta escolha.

Envolver as crianças na cozinha, escolhendo frutas e verduras e dar explicações simples sobre o motivo do por que os seus corpos gostam mais desses tipos de alimentos.

É importante de não impor demais uma alimentação saudável ou seja, não controlar ou proibir “junk food”. Isso pode causar uma revolta a alimentação saudável.

No final das contas, tudo o que podemos fazer é de ser um modelo e guia, e educar os nossos filhos sobre uma vida saudável da melhor maneira que pudermos.

Quais são os seus pensamentos? Como você tenta influenciar os seus filhos a comerem alimentos saudáveis?

Fonte: dietblog

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Estudo japonês mostra que o consumo de café diminui risco de câncer de útero

Imagem Flávio Takemoto

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Mulheres que tomam muito café têm menos chance de desenvolver câncer de útero. Estudo realizado pelo Ministério da Saúde do Japão analisou 54 mil mulheres, com idade entre 40 e 69, por 15 anos. Neste período, somente 117 mulheres do total, tiveram câncer de útero.

Os pesquisadores no Centro Nacional de Câncer do Japão dividiram as mulheres em dois grupos, conforme a quantidade ingerida de café. O grupo que tomou mais de três xícaras diariamente, tinha 60% menos de chance de desenvolver o câncer, ao contrário do que tomava café menos de 2 vezes por semana.

“O café pode baixar os níveis de insulina o que possivelmente reduz o risco de desenvolver câncer do útero”.

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Dra. Daniela Jobst é nutricionista e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional e Bioquímica do Metabolismo pela VP/Consultoria Nutricional/Divisão de Ensino e Pesquisa, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA.
Atualmente atende em consultório particular em São Paulo.
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Resfriado + Exercício, O que fazer? Aposto que a resposta vai te surpreender!

Imagem MailOnline

resfriado

Quando você adquire aquela rotina de exercícios diários a pior coisa que pode te acontecer é a de sofrer alguma lesão da qual te impeça de praticar o seu exercício. Outro vilão é o resfriado, pois como rege o ditado popular deve-se parar de fazer exercícios e descansar até ficar curado.

Mas de acordo com dois estudos feitos há 10 anos e publicados no jornal “Medicine & Science in Sports & Exercise”, mostram resultados muito favoráveis a manter a rotina de exercícios, a tal ponto que se tornou uma grande surpresa até para os pesquisadores.

Uma das principais questões era: O resfriado afeta a sua habilidade para fazer exercícios? Foram recrutados 24 homens e 21 mulheres entre 18 e 29 anos que aceitaram ser infectados por um vírus que é responsável por 1/3 dos resfriados. Um outro grupo de 20 pessoas (homens/mulheres/jovens) serviram como controle e não foram infectados.

No começo deste estudo todos os participantes passaram por testes para determinar a capacidade das funções pulmonares e de exercício de cada um. Depois 45 pessoas foram infectadas com o vírus do resfriado.

Depois de 2 dias, que é quando a doença atinge o seu pior estágio, todos passaram por um teste moderado/intenso feito na esteira para avaliar se as suas capacidades pulmonares e de exercícios foram afetadas e para surpresa de todos, constatou-se que o resfriado não alterou em nada.

Dr. Kaminsky disse: ”Eu fiquei surpreso que o resfriado não afetou a capacidade pulmonar”, outro fato foi levantado pelo pesquisador: “Eu fiquei surpreso que no geral a performance dos sujeitos testados não foi afetada, porém eles reportaram um sentimento de fatiga”.

Outro fator que foi testado é se fazendo exercícios afeta os sintomas do resfriado e o tempo de recuperação.

Neste caso foram testados 34 pessoas (homens e mulheres), destes 16 tiveram que permanecer em descanso e o resto foram designados a fazerem corridas na esteira por 40 minutos a cada 2 dias em um ritmo moderado a 70% do batimento cardíaco.

A cada 12 horas todos respondiam um questionário sobre os sintomas do resfriado e sobre as atividades físicas. Também foram coletados resíduos do resfriado através de um lenço papel.

Os resultados mostraram que os sintomas do resfriado eram os mesmos nos dois grupos e o tempo de recuperação foi o mesmo. A única diferença foi que o grupo que se exercitava tinha a percepção de estar ok, alguns tinham a sensação de que estavam melhores.

Vale destacar que o tipo de resfriado que foi testado nesta pesquisa é aquele que provoca sintomas na cabeça, como dor de cabeça e nariz escorrendo.

Hoje, o Dr. Kaminsky recomenda a todos que continuem se exercitando mesmo quando estão com resfriados, porém ele menciona para ter precaução para os resfriados que atacam os pulmões e os que provocam febre.

Fonte: The New York Times

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50% da população mundial se considera acima do peso

Imagem SXC

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A empresa Nielsen divulgou uma pesquisa (feita em 52 países) onde consta que 50% da população se considera acima do peso.

Aqui vai alguns dados interessantes da pesquisa:

  • 60% da população do mundo está lutando com o seu peso.
  • 50% se considera com sobrepeso.
  • 10% com problemas de peso abaixo da média.
  • 78% dizem que vão mudar a sua dieta.
  • 69% pretendem se exercitar mais.

Abaixo são as respostas dos entrevistados sobre quais táticas vão usar para perder peso:

  • 69% dizem que vão reduzir o consumo de gorduras.
  • 65% pretendem reduzir o consumo de chocolates e açúcar.
  • 53% vão comer mais alimentos naturais e frescos.
  • 46% pretendem comer o mesmo, porém menores porções.
  • 29% tem vontade de comer menos alimentos processados.
  • Menos de 10% vão usar outros planos de dieta, como a dieta Atkins, vigilantes do peso ou outros programas.

A Nielsen dividiu os países em 5 regiões mas existem alguns pontos em comum entre as regiões pesquisadas, são eles:

  • Os consumidores de todas as regiões pretendem combinar mudanças na alimentação e aumento de exercícios para perder peso.
  • Em quatro das cinco regiões, as pessoas em dieta disseram que o mais provável para atingir o peso ideal seria a eliminação do consumo de alguns grupos alimentares. A única exceção foi a Ásia, onde os pesquisados disseram que comeriam a mesma comida mas com maior moderação.
  • Cerca de 20% dos participantes em quatro regiões sentem que já consomem uma dieta saudável, a exceção ficou com os norte-americanos que reconheceram que poderiam melhorar seus hábitos alimentares.
  • 14% consideram que a sua dieta atual plano era saudável.
  • Andar a pé é de longe o exercício preferido em todas as cinco regiões.
  • Em quatro das cinco regiões, o segundo tipo de exercício preferido é se exercitar em academias

Alguns dados curiosos da América Latina e Mercados Emergentes:

  • 12% se consideram abaixo do peso. (América Latina e Mercados Emergentes)
  • 41% acham que estão com o peso ideal. (América Latina e Mercados Emergentes)
  • 57% responderam que estão tentando perder peso. (América Latina)
  • 14% das pessoas dos mercados emergentes vão utilizar remédios, barras ou shakes para perder peso. (América Latina)
  • As pessoas pesquisadas que são nativas dos Mercados Emergentes foram as mais susceptíveis a alegar que não se exercitam mas estão em forma. As razões para isso pode ser por seguir uma dieta melhor e um estilo de vida que promove a caminhada e por possuir empregos menos sedentários.

Cerca de metade dos consumidores estão confusos com a quantidade de informação sobre dietas e alimentação saudável e acham que as informações disponíveis no mercado, muitas delas são conflitantes. Quando perguntado onde eles obtêm as melhores informações sobre dieta e alimentação saudável as respostas foram as seguintes:

  • 68% citaram médicos e profissionais médicos.
  • 36% na Internet.
  • 34% contavam com programas televisivos e documentários.
  • 29% através de livros sobre dieta e nutrição.
  • 25% confiam na informação nutricional das embalagens.
  • 17% através da família.
  • 14% encontraram informações em revistas.
  • 13% utilizam jornais.
  • 11% tomam decisões através das informações de amigos.
  • 5% obtém informações na hora da compra no supermercado e folhetos.

Fonte: Nielsen

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