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A dieta de Cambridge

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Ao verificar as estáticas do meu blog hoje, eu verifiquei que muitas pessoas que tinham chegado ao meu blog através dos sistemas de busca, tinham feito através da pesquisa pela dieta de Cambridge.  Mas que eu me lembre eu nunca tinha escutado nada sobre esta dieta e resolvi dar uma pesquisada.

O que é a dieta de Cambridge?

A dieta de Cambridge foi desenvolvida em 1970 pelo Dr. Alan Howard na Universidade de Cambridge, Inglaterra.
Ela consiste em um programa de controle de calorias variando de 415 a 1500 kcal/dia.

É fabricada no Reino Unido, e foi lançada em 1984. Em 1986, a dieta foi ligeiramente reformulada para aderir às recomendações feitas pela Comissão sobre aspectos médicos.

Existem diferentes produtos dentre eles shakes, sopas, barras de cereal, chás entre outros.
A dieta é combinadas com a adição de sais minerais, vitaminas e ácidos graxos para reduzir a perda de nutrientes, que é uma característica típica de uma dieta de baixa caloria.

A minha opinião.

É seguro?
Conforme eu peguei as informações no wikipédia me parece que é, pois ela foi reformulada para atender algumas recomendações médicas.

Funciona?
Existem casos em que pessoas conseguiram perder peso, por isso eu não posso dizer que não funciona, afinal de contas, aqui no blog nós já mostramos um caso de um croata que perdeu 73kg com uma dieta de cebola e alho!

Porém eu não acredito que a perda de peso seja por uma longa duração, pois simplesmente esta dieta não te ensina a fazer boas opções alimentares, ela simplesmente te encentiva a comprar o produto que eles fabricam. E depois quando você enjoar das sopas, shakes e barrinhas de ceral, o que você vai comer? Quais serão as suas escolhas? Será que você vai ter aprendido alguma coisa sobre alimentação?

Estas são as grandes dúvidas que me vêem a cabeça quando eu leio algo em torno sobre estas dietas milagrosas onde mostram pessoas que perdem muito peso em um curto espaço de tempo.
No final das contas quem decide é você, mas se alguém pedisse a minha opinião eu recomendaria uma reeducação alimentar junto com exercícios.

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Conheça um pouco a mais sobre os ingredientes da Coca-Cola e de outros alimentos industrializados

Imagens Coca-Cola Brasil

coca-cola-light-zero

Ingredientes da Coca-Cola
água gaseificada, açúcar, extrato de noz de cola, cafeína, corante caramelo IV, acidulante INS 338 e aroma natural.
Ingredientes da Coca-Cola Light
água gaseificada, extrato de noz de cola, cafeína, aroma natural, corante caramelo IV, acidulante ácido fosfórico, edulcorantes artificiais: aspartame (24 mg) e acessulfame de potássio (16 mg) por 100 ml, conservador benzoato de sódio, regulador de acidez citrato de sódio.
Ingredientes da Coca-Cola Zero
Água gaseificada, extrato de noz de cola, cafeína, aroma natural, corante caramelo IV, acidulante ácido fosfórico, conservador benzoato de sódio, regulador de acidez citrato de sódio e os seguintes edulcorantes artificiais: ciclamato de sódio 24mg/100ml, acessulfame de potássio 15mg/100 ml e aspartame 12mg/100ml.

Mas o que significa?

Para conseguir a praticidade e durabilidade dos produtos, os fabricantes se utilizam de milhares de aditivos químicos, que, na grande maioria das vezes, não fazem bem à saúde de quem os consome com freqüência. O uso desses produtos químicos deve ser discriminado nas embalagens dos alimentos. O nome de muitos desses produtos químicos vêm codificados, talvez para que o consumidor não se assuste ao ler estas informações do rótulo. Portanto, é uma questão de escolher entre o aspecto saudável dos alimentos “in natura”, e a praticidade dos alimentos artificiais e/ou industrializados.

Os produtos químicos encontrados com maior freqüência nos alimentos industrializados são:

  • Corantes
  • Aromatizantes
  • Conservantes
  • Antioxidantes
  • Estabilizantes
  • Acidulantes

Conheça melhor esses aditivos químicos:

Corantes
A função dos corantes é “colorir” os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais e mais agradável, portanto, aos olhos do consumidor. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência tem um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor. Uma gelatina de morango, por exemplo, que fosse transparente não faria sucesso. Um refrigerante sabor laranja sem corantes ficaria com a aparência de água pura com gás, o que faria que parecesse mais artificial, dificultando sua aceitação. É inegável que uma bebida com sabor de laranja e com cor de laranjada é muito mais agradável de se beber do que uma bebida incolor com gosto de laranja.

Os corantes são encontrados na grande maioria dos produtos industrializados, como as massas, bolos, margarinas, sorvetes, bebidas, gelatinas, biscoitos, entre outros.

Aromatizantes
Os aromatizantes tem por função dar gosto e cheiro aos alimentos industrializados, realçando o sabor e o aroma. Assim como os corantes, os aromatizantes também fazem com que os alimentos industrializados se pareçam mais com os produtos naturais, pois como já foi dito, isso é essencial na aceitação do produto pelo consumidor.

Informar que um salgadinho artificial de milho tem sabor e cheiro de presunto ou de churrasco faz com que ele seja mais aceitável, já que o consumidor vai reconhecer naquele produto um sabor que ele já conhece, de algum outro produto não industrializado que ele já comeu, causando a falsa impressão de que o produto não é tão artificial assim.

Muitos alimentos não possuem em sua composição as frutas que as embalagens anunciam, mas apenas aromatizantes que lhes imitam o sabor e aroma. São encontrados em sopas, carnes enlatadas, biscoitos, bolos, sorvetes, entre outros.

Conservantes
Ao contrário dos corantes e aromatizantes, os chamados conservantes não possuem função de fazer com que os produtos industrializados pareçam ser o que na realidade não são, ou seja, naturais. Sua meta é evitar a ação dos microorganismos que agem na deterioração dos alimentos, fazendo com que durem mais tempo sem estragar.

É possível reconhecer o uso de conservantes na composição dos produtos a partir da leitura dos rótulos das embalagens. Eles são caracterizados pelos códigos P1 a P10. São encontrados em refrigerantes, concentrados de frutas, chocolates, sucos, queijos fundidos, margarinas, conservas vegetais, carnes, pães, farinhas e em milhares de outros alimentos industrializados.

Antioxidantes
Assim como os conservantes, os antioxidantes procuram manter os alimentos em boas condições de consumo por mais tempo. Eles tem sua principal aplicação em óleos e gorduras, impedindo ou retardando sua deterioração, evitando a formação de “ranço” por algum processo de oxidação.

Podem ser encontrados em sorvetes, leite em pó instantâneo, leite de côco, produtos de cacau, conservas de carne, cerveja, margarina, óleos e gorduras em geral, farinhas, polpa e suco de frutas, refrescos e refrigerantes.

Estabilizantes
São utilizados para manter a aparência dos produtos, tendo como principal função estabilizar as proteínas dos alimentos. É possível identificá-los nos rótulos das embalagens pelos códigos ET1 até ET29.

Acidulantes
São utilizados principalmente nas bebidas com função parecida com a dos aromatizantes.

Os acidulantes podem modificar a doçura do açúcar, além de conseguir imitar o sabor de certas frutas e dar um sabor ácido ou agridoce nas bebidas.

Também aparecem codificados nas embalagens, sendo reconhecidos pela letra H. São encontrados nos sucos de frutas e refrigerantes, entre outros.

Fontes: Coca-Cola Brasil, Consumidor Brasil

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Produtos ridículos

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Será que a nossa vontade de emagrecer é tanta que podemos comprar qualquer coisa para ajudar a atingir a nossa meta?

Veja por exemplo estes 3 produtos que vou te apresentar, o primeiro se chama Hawaii Chair.  O fabricante alega que você pode ficar em forma sem fazer exercícios o pode se exercitar ficando apenas sentado ou até no trabalho, veja o comercial:

Agora veja como realmente funciona:

O segundo alega que andar a cavalho é uma excelente forma de fazer exercícios!!!  Por isso eles criaram uma máquina que simula o movimento de andar a cavalo.  Bom veja o vídeo e tira suas conclusões:

O pior é que outros fabricantes pensaram que isto é um grande produto ou uma idéia genial e criaram uma outra versão:

Como sempre a Ellen Degeneres fez um test drive e podemos ver o quanto ridículo é este produto:

E por último o Slendertone Flex, que é um cinto que emite ondas elétricas ou magnéticas seja lá o que for e alega que elimina a gordura da sua barriga.  Tá bom nós acreditamos mas no comercial deles não mostra nenhuma pessoa realmente utilizando o produto, veja:

Aqui vai uma foto para mostrar o cinto:

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Agora veja este clipe quando alguém tenta usar o produto, aconselho a ir direto aos 30 segundos pois o começo é chato e lento, mas o final é super engraçado.

E você conhece algum produto que é ridículo como esses? Deixe a sua opinião nos comentários e bom final de semana.

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Brasil é o 3º maior consumidor de inibidores à base de anfetamina

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Modelos magricelas tem mais apelo junto as mulheres

Um estudo feito pelo professor Jeremy Kees da universidade Villanova na Pensilvania constatou que as mulheres tendem a comprar produtos quando eles estão associados a modelos magras do que quando estão associados a mulheres com um peso mais próximo a nossa realidade.

No mesmo estudo foi constatado que apesar das mulheres perderem um pouco da auto-estima após verem propagandas com modelos magras, elas tendem a avaliar mais positivamente estes produtos do que quando os produtos estão expostos sem modelos.

O mais curioso é que no final da pesquisa foram servidas bolachas Oreo para as mulheres, o grupo que observou as propagandas com modelos magras tinha 4 vezes mais chances de recusar as bolachas do que o outro grupo que observou propagandas com modelos mais “cheinhas”.

E depois elas reclamam que os homens não entendem as mulheres.

Fonte: The Province

Brasil é o 3º maior consumidor de inibidores à base de anfetamina

Imagem SXC

O Brasil é o terceiro maior consumidor de remédios inibidores de apetite produzidos à base de anfetamina no mundo, segundo um relatório publicado no mês de setembro pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC).

De acordo com a UNODC, entre os biênios de 2000-02 e 2004-06, o consumo deste tipo de estimulantes do grupo anfetamínico (ATS) produzidos legalmente aumentou em 57% nas Américas – de 7 para 11 doses diárias por mil habitantes.

Segundo o relatório, o consumo desses estimulantes foi maior do que a média em países da América do Sul, da América Central e do Caribe. De acordo com o documento, isso seria resultado da disponibilidade e abuso desses produtos por fontes lícitas.

No Brasil, por exemplo, a anfetamina é a principal substância de diversos remédios para perda de peso e estimulantes, entre eles os conhecidos Anfetramona e Fenproporex, produzidos licitamente e vendidos até pela internet.

“Esse aumento representa um padrão preocupante que indica abuso no número de receitas, o que no passado já foi associado a um risco maior de abuso dos ATS”, diz o documento.

Segundo o documento, o consumo dos estimulantes à base de anfetaminas foi de dez doses diárias por mil habitantes em 2004-06.

Na Argentina – país que ocupa o primeiro lugar neste ranking, seguido pelos Estados Unidos – o consumo foi de 17 doses diárias por mil habitantes.

Nota do Blog

Eu sempre fui contra qualquer tipo de remédio para emagrecer, porém hoje a minha opinião não é tão radical como era no passado.

Eu acredito que os remédios tem a sua função mas eles não podem ser proclamados como as pílulas mágicas como vários laboratórios tentam passar.

O aumento do consumo dessas drogas por meios lícitos não quer dizer que todos tem um acompanhamento médico pois sabemos que muitas prescrições são falsas ou compradas por intermédio de terceiros.

Como a obesidade é um tema cada vez mais preocupante do nosso dia a dia é cada vez mais comum encontrar produtos que “fazem milagres” ou que prometem “resultados imediatos” e que são totalmente livres para qualquer pessoa comprar.

O governo deveria apertar o cerco contra esses tipos de remédios, ter uma maior fiscalização e exigir medidas para que a compra destas substâncias não seja tão fácil como nos dias de hoje.


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