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Nutrição funcional pode curar doenças da tireoide

tireoide

Segundo as estatísticas, os problemas da tireoide têm se tornado cada vez mais comuns, e geralmente demoram para ser diagnosticados. Normalmente se pergunta qual a razão desse aumento dos distúrbios da tireoide. A resposta pode ser encontrada, em boa parte, na alimentação.

Vários itens comuns do cardápio cotidiano, para nossa surpresa, não são tão benéficos quanto parecem. Com tantas informações surpreendentes que a ciência possui sobre os malefícios de ingredientes tão comuns e rotineiros, é natural nos perguntarmos, o que devo comer então?

A melhor resposta a essa pergunta pode ser encontrada na culinária tradicional. Aquela das avós de nossas bisavós, que sua vez, aprenderam de seus antepassados, e graças aos quais existimos hoje.

Infelizmente, existem alguns que julgam poder melhorar os alimentos que existem na natureza, mas felizmente, existe também os que demonstram o prejuízo do processamento industrial dos alimentos em nome de uma pretensa comodidade.

Se você deseja evitar ou minimizar problemas de tireoide, evite soja, açúcar e farináceos – principalmente os brancos, glúten, óleos vegetais comuns – usar óleos vegetais poliinsaturados (canola, milho, soja, margarina, etc) e algumas verduras cruas como repolho, brócolis, couve-de-bruxelas, couve-flor e espinafre.

Mas vale lembrar que o que é veneno para alguns, é remédio para outros. Portanto alguns dos alimentos acima podem não fazer mal para sua tireoide, mas sim outros. Para isso é necessário uma análise individualizada de cada caso.

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Eu perdi quase 55 quilos

tracey-wygalÉ difícil ver um dia em que você não irá encontrar Tracey Wygal malhando na acadêmia.

A professora Tracey Wygal com 30 anos faz 30 minutos de cardio, exercícios físicos e segue o que ela chama de uma “dieta limpa”.

Isso é uma mudança bastante drástica para uma mulher que há oito anos chegou a pesar 134 quilos.

Wygal começou a ganhar peso na adolescência. Uma dieta composta por fast-food e pouco ou nenhum exercício ajudou a adquirir os quilos extras e seu peso passou para mais de 90 quilos.

“Foi o meu primeiro ano fora do colégio, e esse número (peso), juntamente com o diagnostico que eu estava na faixa de obesos mórbidos foi muito assustador”, lembra Wygal. “Eu fui a vários médicos, para conseguir uma prescrição para medicamentos de perda de peso”.

Mas nenhum dos médicos receitou as pílulas que ela procurava. Em vez disso, um médico receitou uma dieta de 1600 calorias por dia e falou que ela precisava fazer exercícios.

Inicialmente, ela ficou chocada e se recusou a iniciar a dieta que ela pensava que era muito restritiva.  Mesmo que seu peso estava perto dos 140 quilos, ela acreditava que tinha uma boa alimentação e um estilo de vida ativo.

Mas quando ela começou a se sentir mais frustrada e o seu peso continuou a aumentar, ela finalmente decidiu que era hora de tomar controle da sua vida.

Wygal começou a anotar em um diário a quantidade de calorias que ela consumia diariamente e logo percebeu que estava comendo pior do que ela pensava.

“Fiquei espantada com quantas calorias eu estava comendo”, disse. “O diário me mostrou que eu realmente precisava prestar atenção sobre a quantidades de calorias que estava ingerindo e me ajudou a manter a minha dieta”.

Ela também começou a fazer exercícios.  No começo ela estava muito envergonhada para ir a uma academia, por isso ela comprou uma máquina elíptica e começou a treinar 15 minutos por dia em seu apartamento.

“Era tudo que eu podia fazer naquele momento. Eu não desisti”, disse ela. “Gradualmente, a minha resistência melhorou. Depois de perder cerca de 13,5 kg, eu decidi me matricular em uma academia pequena”.

Alguns meses depois, Wygal estava pronta para dar o próximo passo. Ela contratou um personal trainer e iniciou um programa de treinamento.

Em vez de se sentir intimidada, Wygal começou a gostar de fazer exercícios e as mudanças físicas que vinha acontecendo em seu corpo.  Pronto para dar o próximo passo, ela se matriculou em uma grande academia, começou a pesquisar sobre diferentes formas de exercícios e começou a fazer musculação.

Ao longo dos próximos três anos, ela perdeu 54,5 quilos e diminuiu sete números de vestido. Wygal, tem 1,77 de altura, diz que o medo de ganhar peso a motiva para manter-se fiel ao seu regime alimentar e exercícios porque ela nunca quer voltar aos 134 kg.

Agora confortável com o seu peso, ela diz que oscila entre 77 e 80 kg, Wygal malha pelo menos, cinco a seis dias por semana. Ela diz que o segredo para perder e manter o peso é ser honesto sobre o que você come, escrevendo-o e ser consistente. Ela quer que as pessoas saibam que podem perder peso, mas não há uma solução fácil.

“Isso não vai acontecer do dia para a noite”, aconselha Wygal. “Saiba que vai levar tempo, mas no final vale a pena”.

As dicas da Tracey Wygal para obter sucesso:

  1. Mantenha um diário alimentar.  Anote tudo o que comer e beber.  Calcule o total de calorias no final do dia.
  2. Seja consistente com os seus exercícios.  Crie um cronograma. Varie apenas quando for absolutamente necessário.
  3. Encontre um ginásio que acomode ao seu estilo de vida. (horários de funcionamento, opções de equipamentos, aulas oferecidas, etc.)
  4. Mude sua visão sobre a comida. Em vez de equiparar a comida com felicidade ou prazer, veja apenas como alimento ou como combustível para seu organismo continue funcionando.
  5. Seja realista em suas metas e programas. Saiba que vai levar um certo tempo para haver mudanças consideráveis, e não desista nunca!
  6. Pare de dar desculpas e faça acontecer!  Tenha a SUA SAÚDE como PRIORIDADE em sua vida.

Brasil é o 3º maior consumidor de inibidores à base de anfetamina

Imagem SXC

O Brasil é o terceiro maior consumidor de remédios inibidores de apetite produzidos à base de anfetamina no mundo, segundo um relatório publicado no mês de setembro pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC).

De acordo com a UNODC, entre os biênios de 2000-02 e 2004-06, o consumo deste tipo de estimulantes do grupo anfetamínico (ATS) produzidos legalmente aumentou em 57% nas Américas – de 7 para 11 doses diárias por mil habitantes.

Segundo o relatório, o consumo desses estimulantes foi maior do que a média em países da América do Sul, da América Central e do Caribe. De acordo com o documento, isso seria resultado da disponibilidade e abuso desses produtos por fontes lícitas.

No Brasil, por exemplo, a anfetamina é a principal substância de diversos remédios para perda de peso e estimulantes, entre eles os conhecidos Anfetramona e Fenproporex, produzidos licitamente e vendidos até pela internet.

“Esse aumento representa um padrão preocupante que indica abuso no número de receitas, o que no passado já foi associado a um risco maior de abuso dos ATS”, diz o documento.

Segundo o documento, o consumo dos estimulantes à base de anfetaminas foi de dez doses diárias por mil habitantes em 2004-06.

Na Argentina – país que ocupa o primeiro lugar neste ranking, seguido pelos Estados Unidos – o consumo foi de 17 doses diárias por mil habitantes.

Nota do Blog

Eu sempre fui contra qualquer tipo de remédio para emagrecer, porém hoje a minha opinião não é tão radical como era no passado.

Eu acredito que os remédios tem a sua função mas eles não podem ser proclamados como as pílulas mágicas como vários laboratórios tentam passar.

O aumento do consumo dessas drogas por meios lícitos não quer dizer que todos tem um acompanhamento médico pois sabemos que muitas prescrições são falsas ou compradas por intermédio de terceiros.

Como a obesidade é um tema cada vez mais preocupante do nosso dia a dia é cada vez mais comum encontrar produtos que “fazem milagres” ou que prometem “resultados imediatos” e que são totalmente livres para qualquer pessoa comprar.

O governo deveria apertar o cerco contra esses tipos de remédios, ter uma maior fiscalização e exigir medidas para que a compra destas substâncias não seja tão fácil como nos dias de hoje.


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